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Bancos privados pedem redução de tributos para diminuir taxa de juros

Instituições pedem ao governo a regulamentação do Cadastro Positivo e redução de tributos. Bancos públicos já baixaram taxa de juros cobrada do consumidor.
O governo mandou os bancos públicos baixar a taxa de juros cobrada do consumidor, e quer que os bancos privados façam o mesmo. A Federação dos Bancos reconhece que as taxas são altas, mas cobra do governo principalmente a redução de tributos.
É uma antiga queda de braço. De um lado, o governo tenta baixar os juros cobrados do consumidor. De outro, os bancos alegam que os custos são altos, tributos, risco de inadimplência e o compulsório, dinheiro recolhido pelo Banco Central sobre os depósitos bancários.

O juro básico da economia brasileira é de 9,75% ao ano. Mas quem pega empréstimos nos bancos paga bem mais. No cheque especial, por exemplo, a taxa média cobrada é de 173% ao ano. Para a presidente Dilma Rousseff, não existe explicação para uma diferença tão grande e a ordem é baratear o custo do dinheiro - isso faz parte da estratégia do governo para aquecer a economia e conseguir um crescimento este ano de 4,5%.

Os banqueiros levaram ao governo 20 propostas para diminuir os juros. Entre elas, a regulamentação do Cadastro Positivo, lei já aprovada pelo congresso e que identifica o bom pagador, o que reduz o risco, redução do compulsório, do IOF sobre operações financeiras e de tributos, como a CSLL.

“Existe uma confusão muito grande de que os spreads representam o lucro dos bancos. Na verdade, uma pequena parte dos spreads, em torno de 30%, representam a margem de lucro dos bancos. O restante são custos”, explica o presidente da Febraban, Murilo Portugal.

Para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, os bancos privados têm de seguir o movimento dos bancos oficiais. No Banco do Brasil, por exemplo, a taxa de juros no cartão de crédito caiu para 3% ao mês. Já a Caixa Econômica reduziu a taxa do cheque especial à metade: de 8,25% para 4,27% ao mês. “Para mim, o que importa é que haja financiamento barato para a produção. Da onde venha, não importa”, explica Mantega.



Publicado em: 11/04/2012         Fonte: Portal Faxaju         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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