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Demissões na General Motors expõem divergências entre sindicatos

A demissão de cerca de 2 mil funcionários de uma fábrica da General Motors (GM) em São José dos Campos, que causou paralisação na produção e muitos protestos, também expôs as divergências entre o Sindicato dos Metalúrgicos da cidade, filiado ao Conlutas com a Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos (FEM) da CUT/SP.

Embora as duas instituições concordem que a preservação dos empregos é a "principal preocupação", a FEM demonstrou insatisfação pela forma com que o sindicato vem lutando contra as demissões. Um porta-voz da federação afirmou ao Jornal do Brasil que "a truculência do sindicato acabou impedindo uma negociação" com a GM.

Segundo a mesma fonte, a federação já havia alertado à população sobre os riscos de demissão, devido a falta de diálogo entre as partes.

Porém, em entrevista para o JB na última quarta-feira (31), o secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos, Luiz Carlos Prates, afirmou que as instituições "vêm apresentando à GM várias propostas para evitar as demissões, sem que esta demonstre a mínima disposição de negociar". Ele acrescentou ainda que também "vem alertando o governo para as demissões que ocorrem na montadora, mas até agora o ministro Mantega não se dignou a receber a representação dos trabalhadores para ouvir nosso ponto de vista."

Mantega recua

Questionado sobre as demissões da GM depois de uma reunião sobre o prolongamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o ministro da Fazenda, Guido Mantega afirmou que a empresa cumpriu com as exigências do governo. "O que nos interessa é que a GM tenha saldo positivo e esteja contratando, e isso está sendo cumprido", disse.

No entanto, nesta sexta-feira (3), Mantega enviou comunicado afirmando que “não vai tolerar o descumprimento do acordo de não demissão nos setores beneficiados pela redução do IPI”. A redução do imposto, que vai até o próximo dia 31, vale para veículos e produtos da linha branca, e será concedida apenas para as empresas que não demitirem funcionários.

Protestos

Na quinta-feira (2), cerca 7.200 metalúrgicos decidiram cruzar os braços em protesto contra a possibilidade de haver duas mil demissões. Os trabalhadores fizeram também uma manifestação na Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo e Rio de Janeiro. Além disso, oito fábricas da GM em São José dos Campos permaneceram paradas.

O sindicato já havia contestado as primeiras declarações de Mantega de que a GM estaria com saldo positivo na geração de empregos.

O Jornal do Brasil entrou em contato com o Ministério da Fazenda, que informou que não irá mais comentar o caso. O JB também tentou falar com o presidente do sindicato, Antonio de Barros e o presidente da FEM, Valmir Marques, mas em ambos os casos, não foi atendido.



Publicado em: 05/08/2012         Fonte: Jornal do Brasil         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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