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Resultados financeiros da Gang dos Quatro decepcionam. Os da Microsoft também

Investidores têm um caso de amor de longa data com pelo menos três dos quatro integrantes da Gang dos Quatro: Google, Apple e Amazon. Desconfiam, desde sempre, do Facebook. E costumam confiar nos bons resultados da Microosoft. Mas, nos últimos dias, parece que um mau humor crônico tomou conta de Wall Street, a cada anúncio de resultados do trimestre.

Motivo? Apesar de praticamente todas terem apresentado crescimento de receita em relação aos resultados de um ano atrás, todas, sem exceção, também revelaram más notícias. A começar pela Microsoft, obrigada a anunciar seu primeiro prejuízo trimestral como companhia aberta, após a baixa contábil previamente anunciada no valor de sua unidade online.

A Microsoft começou a azedar os humores dos investidores ao reportar vendas trimestrais levemente abaixo da previsão média de analistas. Mal que também acometeu a Apple. O lucro de 8,8 bilhões de dólares foi ofuscado pela receita e pelos resultados de venda de iPhones, ambos 10% abaixo das projeções dos analistas.

No Google, que também reportou lucro líquido de 2,79 bilhões de dólares no trimestre, o problema continua a ser a queda contínua do custo por clique para anúncios online de busca, que recuou recuo de 16% esse trimestre, na comparação anual. A Google se apressou a colocar a culpa no baixo valor do CPC para a publicidade em dispositivos móveis, ainda uma pequena fração do valor da publicidade em desktop.

Publicidade móvel, aliás, foi “o assunto” da teleconferência do Facebook com investidores. Embora a receita tenha crescido 32% em relação a de um ano atrás, para US $ 1,18 bilhão, superando o US$ 1,15 bilhão esperado por analistas, esse crescimento diminuiu consideravelmente em comparação com apenas alguns trimestres atrás. O crescimento da receita no primeiro trimestre foi de 45%, e de 55% e 104% nos dois trimestres anteriores. E o motivo disso, segundo a rede social, é o deslocamento em direção ao negócio móvel.

O número de usuários cadastrados também cresceu menos que o previsto. Mantida a média da taxa de crescimento anteriores, o Facebook deveria ter ultrapassado a marca de 1 bilhão de usuários em junho. Não chegou lá. Informou ter cerca de 955 milhões de usuários mensais no fim de junho, em comparação com 901 milhões divulgados no trimestre anterior.

O diretor financeiro da Facebook, David Ebersman, reconheceu que a mudança para a plataforma móvel está freando também o crescimento do negócio de pagamentos, responsável hoje por 16% da receita total do Facebook. Os usuários estão preferindo jogar games em plataformas móveis com menos opções de pagamentos, em lugar daqueles jogos no site da Facebook.

Na verdade, a análise mais profunda desses números revela total migração dos usuários da rede social do desktop para os dispositivos móveis. Em junho, o Facebook teve 543 milhões de usuários ativos mensais em dispositivos móveis, e 552 milhões de usuários ativos no desktop. Um crescimento de 67% nos dispositivos móveis contra 32% no desktop, em relação a junho de 2011.

Como a empresa tem sido questionada sobre sua capacidade de traduzir o uso crescente dos serviços em dispositivos móveis em aumento significativo no faturamento. E isso ficou bem claro durante o anúncio dos resultados. Mark Zuckerberg chegou a apontar como prioridade o desenvolvimento de plataformas inovadoras para publicidade em dispositivos móveis. O primeiro fruto desse esforço será o lançamento, ainda no terceiro trimestre, do serviço “Histórias Patrocinadas” para serem apresentadas no feed de notícias das versões do Facebook para iOS e Android.

Para completar o cenário, a Amazon foi a última a assustar o mercado, ao afirmar que suas despesas operacionais estão crescendo a um ritmo mais rápido do que o da receita, motivo da queda de 96% de seu lucro líquido no segundo trimestre e da previsão de prejuízo operacional de 50 milhões a 350 milhões de dólares no terceiro trimestre. As ações despencaram 7%, nas negociações após o fechamento do mercado, mas voltaram a subir (gráfico) e continuam em alta hoje (27/5).

O motivo? O mercado reconhece que a Amazon está investindo muito no negócio agora. E, por conta disso, decidiu dar à gigante do varejo online um voto de confiança. Entre todas, é a que tem o negócio mais estável, sobre qualquer aspecto. O maior risco é o da economia americana, em crise, gerar queda expressiva de consumo (mais que os 36% de queda de vendas registrada no mercado americano nesse segundo trimestre).

Nos próximos meses, a Apple tem condições de reverter o quadro com o lançamento da nova geração do iPhone. A Microsoft, idem, com sua estratégia de nuvem ancorada no Windows 8 e em dispositivos como o Surface. O Google vai com tudo para cima da Amazon, que precisa proteger sua galinha dos ovos de ouro, o Kindle Fire, produto mais vendido neste segundo trimestre. A grande incógnita continuará a ser o Facebook.



Publicado em: 28/07/2012         Fonte: IDGNOW         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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