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Fazenda vê irregularidades em empresa da família Sarney

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do Ministério da Fazenda, constatou irregularidades em transações financeiras realizadas pela família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), de acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo publicadas neste sábado. Conforme a publicação, o órgão aplicou multa de R$ 70 mil a Teresa Murad Sarney, nora do senador, pois ela seria a responsável pela empresa São Luis Factoring, intermediária de operações financeiras da família.

Segundo o jornal, a empresária ainda pode recorrer da decisão. O Coaf verificou que a empresa realizava as transações sem informar que havia dinheiro da família Sarney, o que é proibido, e também escondia as próprias movimentações de recursos. Teresa é esposa de Fernando Sarney, considerado o principal responsável pelos negócios da família. A reportagem entrou em contato com o casal, que não respondeu às solicitações.

Terra

Empresas da família Sarney são alvo de devassa da Receita

Numa devassa sem precedentes nas empresas da família Sarney, a Receita Federal indicou a prática de crimes contra a ordem tributária, como remessa ilegal de recursos para o exterior, falsificação de contratos de câmbio e lavagem de dinheiro, entre outras ilegalidades. A informação é dos repórteres Leonardo Souza e Hudson Corrêa, em matéria publicada na Folha.

São 17 ações fiscais em curso, que atingem 24 pessoas e empresas relacionadas direta e indiretamente aos Sarney, incluindo sete contribuintes do Rio de Janeiro e São Paulo.

O caso se estende até a Usimar Componentes Automotivos, empresa que deu nome ao escândalo da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia) no final da década de 1990 no Maranhão, no governo da então e atual governadora Roseana Sarney (PMDB).

O aperto da fiscalização sobre pessoas físicas e jurídicas da família Sarney somou-se a uma série de outros fatores que levaram o governo federal a demitir a secretária da Receita Lina Maria Vieira, segundo a Folha apurou.

A Folha tentou ouvir o advogado da família Sarney, mas ele não ligou de volta à reportagem.

Demissão

A secretária da Receita Federal, Lina Maria Vieira, foi demitida no último dia 15 após menos de um ano no cargo.

O argumento oficial foi a queda na arrecadação, mas acredita-se que um dos motivos tenha sido a disputa entre a Receita e a Petrobras, em relação a uma mudança contábil feita pela estatal no final de 2008 e que permitiu uma redução de R$ 4 bilhões no recolhimento de impostos. Essa questão foi um dos motivos usados pela oposição para a criação da CPI da Petrobras.

Durante sua administração, Lina também concentrou a fiscalização sobre grandes contribuintes, aplicando autuações bilionárias em bancos e empresas de diversos setores.

Os atingidos, incluindo o grupo de Sarney, pressionaram pela sua demissão.



Publicado em: 28/07/2012         Fonte: Folha         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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