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Golpes de misericórdia


O juro real neutro do Brasil chegou a algo entre 2% e 3% ao ano. O governo comemora e tem argumentos adicionais para pressionar os bancos a cortar as taxas do crédito um pouco mais. No entanto, esse recuo do juro de equilíbrio, que viabiliza crescimento sem pressões inflacionárias, não foi alcançado como consequência de reformas estruturais. A marca foi atingida por “golpes de misericórdia”. O juro neutro brasileiro não caiu de 6% para 2% percorrendo uma escala previsível – de 5%, 4% e 3%. O juro tombou. E isso também tem consequências.

A avaliação é da equipe de gestão do Fundo Verde, do Credit Suisse Hedging-Griffo, chefiada por Luis Stulhberger. “Em vez de o juro ter sido atingido como resultado de aumento de produtividade, crescimento do PIB per capita, melhoria da competitividade industrial, redução do custo país, desenvolvimento de infraestrutura, saúde e educação públicas, o juro chegou a esse patamar por outros motivos”, afirmam os analistas.

Para a equipe do CSHG, os golpes de misericórdia na fase final que levaram o juro neutro de 6% para 2% ao ano sem escalas, como era por eles esperado, foram o colapso definitivo da produção industrial; a inadimplência no low end dos automóveis; o aprimoramento no uso de macroprudenciais em substituição a pontos de Selic e o fim do crescimento do crédito, que atingiu simultaneamente três pontos importantes: 22% da renda disponível das famílias comprometida com prestações mensais; 3,5% do PIB é gasto total das famílias com juros; 50% do PIB é o total de crédito concedido.

Desta forma, em termos macroeconômicos, o mercado interpretou que a convergência de juros foi finalmente atingida e esse entendimento se refletiu na curva de juros longa, pondera o CSHG em relatório.




Publicado em: 16/07/2012         Fonte: Postado por: Angela Bittencour         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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