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Juros do cheque especial variam até 140% entre bancos

O consumidor pode pagar até 140% a mais pelo uso do cheque especial, de acordo com a instituição financeira na qual mantém conta-corrente. Foi o que constatou a reportagem do R7 ao comparar as taxas cobradas pelos oito principais bancos de varejo do País entre os dias 25 e 29 de junho.

Dentre as instituições pesquisadas — Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, Itaú-Unibanco, HSBC, Safra e Santander — a Caixa teve o menor valor, 4,26% mensais, de acordo com informações repassadas ao Banco Central pelos bancos (confira todos os valores na tabela abaixo).

Em contrapartida, a taxa mais cara é a do Santander, que cobra 10,23% ao mês do consumidor que recorrer ao cheque especial.

O Banco Safra ocupa a segunda posição no ranking dos juros mais baratos, com taxa mensal de 5,83%. Na sequência, o Banco do Brasil apresenta o terceiro valor mais barato, de 8,05% por mês. No Bradesco, essa linha de crédito tem juro mensal de 8,61%, seguido de perto pelo Itaú-Unibanco, no qual a taxa vigente é de 8,65%.
...No Citibank, a grana utilizada do cheque especial sofre acréscimo de 9,78% ao mês. As taxas que mais pesam no bolso são a do Santander, já citada, e a do HSBC, de 10,22%.

Outro lado

Responsável pela taxa mais cara, o Santander reforça que o correntista que utilizar o cheque especial pode utilizar o crédito gratuitamente por dez dias. Se depois desses dez dias o valor “emprestado” não for reposto na conta, o cliente terá encargos referentes a todos os dias de utilização da grana.

— O cheque especial é uma modalidade de crédito destinado ao uso eventual ou emergencial, ou seja, ele não é um empréstimo para suprir a necessidade de capital por um período muito prolongado. Se o correntista utilizá-lo eventualmente, tem a menor taxa do mercado, que é zero. Se for usar por um período mais prolongado, ele pode parcelar o uso com o Santander a uma taxa que é a metade daquela que ele teria.

Por meio de nota, o HSBC informa que as taxas são estabelecidas de acordo com o relacionamento que o cliente possui com o banco. Além disso, os juros identificados pelo Banco Central servem como referência e variam de acordo com a evolução do mercado financeiro.

Com a terceira taxa mais cara, o Citibank explica que os juros no cheque especial deverão cair nos próximos meses e que alguns clientes já podem utilizar essa linha de crédito por 11 dias sem juros.

O Bradesco esclarece que pratica taxas mensais de 3,95% a 4,70% para os clientes que aderirem à Conta Fácil Bradesco. A instituição ressalta ainda que os juros do cheque especial variam conforme o relacionamento com o banco.

A reportagem do R7 procurou também o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o Itaú-Unibanco e o Safra, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Taxa básica de juros

É importante lembrar que os juros praticados em junho tinham como referência a Selic (taxa básica de juros) a 8,5% ao ano. Na última quarta-feira (11), o Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu a Selic para 8% ao ano, o que cria margem para novas reduções nos juros das operações de crédito nos próximos dias.

Depois de uma sequência de quedas, as taxas de juros em operações de crédito voltaram a subir no sexto mês do ano, conforme apuração da Anefac (Associação Nacional de Executivo de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgada nesta quinta-feira (12).

Das seis linhas de crédito pesquisadas, o empréstimo pessoal contratado nos bancos foi a modalidade que mais pesou no bolso, com juros aumentados em 1,11% (de 3,59% mensais para 3,63%).

O consumidor que optou por pegar dinheiro emprestado em financeiras também teve taxas mais salgadas, com alta de 0,75% (de 7,98% para 8,04%). Os juros no comércio também tiveram elevação, de 0,64% (de 4,72% para 4,75% ao mês).

Já o cheque especial, que tem os juros mais altos dentre as seis linhas de crédito, sofreu redução de 0,24% nas taxas e a cobrança média em junho foi de 8,22% ao mês.

Segundo a Anefac, o aumento dos juros verificado em abril foi provocado pela crise na Europa e também por fatores internos, como a expectativa menor de crescimento econômico no Brasil e o aumento da inadimplência.



Publicado em: 14/07/2012         Fonte: R7 Amanda M Veloso         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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