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desaceleração da economia e endividamento "frearam" varejo, diz IBGE


A redução de 0,7% nas vendas do comércio varejista ampliado, na passagem de abril para maio, descontando os efeitos sazonais, acompanha a desaceleração da economia brasileira e o alto patamar de endividamento do consumidor, afirmou nesta quarta-feira o gerente da coordenação de serviços e comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Reinaldo Pereira.

Por causa desses dois fatores, as medidas do governo para estimular o consumo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para determinados setores e a queda dos juros, não estão surtindo o efeito esperado, avaliou o especialista ao comentar os números da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC).

“As medidas, até agora, não têm dado resultado. Em 2008, com a renúncia fiscal, houve aumento no consumo. Ouvimos de outros especialistas que, por causa do endividamento as famílias não estão respondendo aos apelos do governo”, disse. “Neste ano, o governo está reduzindo imposto como em 2008. Só que, desta vez, há um componente que atrapalha: o endividamento”, avaliou.

Além do endividamento, a inadimplência também cresce. Dados da Serasa Experian divulgados hoje apontam que o atraso no pagamento de contas cresceu 19% no primeiro semestre, ante o mesmo período do ano passado.

Queda pontual

Pereira lembra que o comércio era a atividade mais aquecida da economia brasileira, mas ainda não dá para dizer que o setor está em desaceleração.

“O resultado de maio ainda é pontual”, afirmou. A queda de 0,7% no varejo ampliado em maio foi o segundo resultado mensal negativo no ano – o primeiro foi verificado na passagem de dezembro para janeiro, quando o setor recuou 0,9%.

Um dos setores que contam com redução de IPI, a atividade de móveis e eletrodomésticos teve queda de 3,1% nas vendas entre abril e maio, feitos os justes sazonais. Já a atividade de veículos e motos, partes e peças teve alta de 1,5%, na mesma base de comparação.

A redução do IPI para veículos foi anunciada apenas no dia 21 de maio. Em razão disso, Pereira acredita que a alta não tenha sido fortemente influenciada pelo benefício fiscal.

“A redução do IPI para carros pegou apenas uma semana de pesquisa. Em junho, com os dados da Fenabrave e da Anfavea, provavelmente vamos capturar alta maior no setor”, disse.

(Diogo Martins | Valor)



Publicado em: 11/07/2012         Fonte: Por Diogo Martins | Valor         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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