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Veja como desaceleração da economia pode afetar as PMEs

Dizer que o Brasil vive um bom momento econômico já caiu no lugar comum - e, nos últimos tempos, nem é uma afirmação tão verdadeira assim. Não que o País esteja passando por uma grave crise - a exemplo do que acontece em países europeus, por exemplo -, mas a estimativa de crescimento para o próximo ano é metade da experimentada em 2011, que já foi baixa em relação ao ano anterior.

De acordo com Paulo Roberto Feldmann, presidente do Conselho da Pequena Empresa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em 2011 o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 4%. Este ano, o percentual de crescimento deverá chegar a, no máximo, 3% e, para 2013, provavelmente não ultrapassará a casa dos 2%.

"A crise europeia, que é complexa e fruto de desajustes estruturais, afeta muito mais a China do que o Brasil, mas acontece que o país asiático é o nosso principal parceiro comercial", analisa. A China, que já teve crescimento no patamar dos 10% a 12% ao ano, está com previsão de crescer 6% ou 8% este ano e 5% em 2013. Na prática, isso significa que ela deverá importar menos.

Como a conjuntura internacional pode afetar as pequenas empresas

O principal motivo da desaceleração da economia nacional é o panorama internacional, já que a globalização implica em economias interligadas. O grande foco mundial da crise é a Europa, continente que é o quarto colocado no ranking de parceiros do Brasil (em primeiro lugar está a China, depois vêm os Estados Unidos e Argentina).

Por isso, são as empresas que exportam as que sofrem os impactos mais diretos. "No Brasil existem cerca de 5,5 milhões de organizações, das quais 20 mil são exportadoras. Destas, apenas a minoria é de pequeno porte", afirma Antônio André Neto, professor do MBA de Empreendedorismo da Fundação Getúlio Vargas Management. Ou seja, na opinião do professor serão as grandes empresas as que mais sentirão a crise.

Paulo Roberto acredita que, mesmo não exportando, são empresas de menor porte que fornecem para as grandes, e portanto sofrerão as consequências. "A pequena empresa no Brasil geralmente está atrelada e é dependente da grande", explica.

No caso das organizações que estão na ponta, a desaceleração será sentida de outra maneira. Em épocas de crise, o desemprego aumenta, já que as empresas precisam reduzir custos e acabam cortando a mão de obra. Logo, o poder de compra e o consumo diminuem.

O último Dia dos Namorados é um exemplo da diminuição do consumo. As vendas não caíram, mas o percentual de crescimento foi menor do que o visto no mesmo período de 2011. Dados do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio revelam que as vendas na data comemorativa cresceram 5,2% entre 6 e 12 de junho na comparação com igual período de 2011. No ano passado, o aumento foi de 8,6% na mesma semana frente a 2010.

Ambos os especialistas concordam que os efeitos negativos ainda não estão sendo fortemente sentidos pelos empresários brasileiros. "A expectativa é de que a desaceleração comece a ser percebida com mais força no segundo semestre deste ano e chegue ao pico em 2013", analisa Paulo Roberto.

O que os empreendedores podem fazer

Na visão de Antônio André, o País já passou por situações econômicas mais graves, como a hiperinflação - hoje, ela está em 4% ao ano. "Esse ainda é o melhor momento econômico pelo qual o Brasil já passou. Aos empresários, recomendo que continuem tocando seus negócios e não tenham medo de investir, expandir, abrir novas unidades", diz.

De qualquer maneira, reduções de custos são sempre bem-vindas. "A eficiência operacional faz com que a empresa tenha ganhos maiores. Se ela conseguir economizar 2%, já compensa a desaceleração da economia", explica Antônio. Para ele, é o momento de os empreendedores olharem para dentro de suas empresas e conseguirem adotar controles mais eficientes.

A recomendação de Paulo Roberto também vai na linha do corte de gastos. Segundo ele, o empresário brasileiro ainda não se atentou para o fato de que o quanto antes ele se prevenir, melhor para ele. "Repense desde a função dos colaboradores até os gastos com imagem. Faça economia no que for possível", aconselha.

Ambos afirmam que recorrer a empréstimos bancários não é uma boa saída, mesmo com os recentes cortes de juros. "O dinheiro privado no Brasil ainda é muito caro. E, com a estimativa de desaceleração, ficará cada vez mais difícil pagá-lo", salienta Paulo Roberto. A alternativa é tomar empréstimo de bancos de fomento, cujo objetivo é incentivar a economia nacional.



Publicado em: 29/06/2012         Fonte: Terra         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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