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Tributos marcam avaliação da política industrial

A falta de efetividade da redução de ICMS incremental aplicada pelo Rio Grande do Sul como forma de incentivo à indústria coureiro-calçadista foi um dos pontos da política industrial destacados ontem durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES-RS) feita, a pedido do governador Tarso Genro, para avaliar os efeitos das medidas.

O gerente de políticas públicas do Sebrae no Rio Grande do Sul, Alessandro Machado, destacou que a redução do ICMS incremental não trouxe qualquer resultado efetivo para a cadeia calçadista. Segundo ele, a indústria gaúcha segue com sérios problemas para enfrentar a concorrência dos produtos importados (sobretudo chineses) e as empresas são prejudicadas, também, por políticas mais agressivas adotadas em outros estados. “São Paulo, por exemplo, reduziu o ICMS para 7%”, destacou.

Machado apontou, ainda, que os pequenos empresários não conseguem aproveitar os benefícios do Simples Gaúcho, em função das regras da substituição tributária. Ele citou o exemplo das cadeias do arroz e de fornecimento à indústria naval, que tem o imposto cobrado noutra ponta, o que acaba tirando a vantagem do sistema de tributação simplificada aos elos anteriores.

Já o conselheiro Alexandrino Alencar pediu que o Estado faça uma comparação entre o aumento da arrecadação e o desempenho do setor produtivo. “Vi os números nacionais e a conta não fecha. Como está o Rio Grande do Sul?”, questionou ele, ao indicar que a política industrial deve dar, também, mais atenção ao custo da energia para as indústrias, assim como ao peso negativo da falta de infraestrutura.

“Os empresários de Caxias do Sul chegam a reservar cinco horas para ir à São Paulo, de tanto que o aeroporto fecha. Isso é custo! Outra questão importante é que o Rio Grande do Sul importa etanol e acho que poderíamos buscar alternativas para produzir o combustível no Estado, a partir de outras fontes que não a cana-de-açúcar”, afirmou.

Para Ivo Cansan, a política pública gaúcha tem pouco tempo de vigência e, por isso, seus efeitos ainda não podem ser medidos plenamente. “Os efeitos não vão surtir tão já, mas os principais problemas da indústria, tanto no setor moveleiro como em outros, são ligados à logística. Compramos insumos no centro do País, trazemos para produzir no Rio Grande do Sul e depois temos que levar os produtos para vender em São Paulo. Já perdemos três plantas de painéis, que são fundamentais para a indústria moveleira”, afirmou ele, ao lembrar a guerra fiscal, as difíceis relações comerciais com a Argentina e a expectativa quanto à manutenção da redução do IPI.

Conforme Marcelo Danéris, secretário do CDES-RS, as avaliações feitas na reunião serão compiladas em um relatório que deve ser apresentado ao governador Tarso Genro na próxima semana. Até lá, o conselho espera receber, também, outras contribuições de entidades empresariais e sindicais.


Confiança dos industriais cai pela primeira vez no ano
O Índice de Confiança da Indústria (ICI), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), apresentou queda de 0,2% e passou de 103,4 pontos em maio para 103,2 pontos em junho. Segundo o levantamento, é a primeira redução no ano e o 12° mês consecutivo em que o índice fica abaixo da média histórica (105,9 pontos). Em junho, o que influenciou o resultado foi a piora da expectativa em relação aos meses seguintes.

O levantamento indica que o Índice de Expectativas (IE) caiu 1,4%, passando de 103,4 para 102 pontos. O Índice da Situação Atual (ISA) cresceu 0,9%, ao passar de 103,5 para 104,4 pontos. O resultado geral sinaliza que a recuperação do nível de atividade do setor perdeu fôlego ao longo do segundo trimestre e que a indústria inicia o segundo semestre ainda em ritmo lento.

O item que avalia a situação atual dos negócios passou de 107,2 para 109,1 pontos, uma alta de 1,8%. A proporção de empresas que avaliam a situação dos negócios como fraca caiu de 10% em maio para 6,3% em junho. A parcela das que a consideram boa diminuiu de 17,2% para 15,4%.

As perspectivas para a situação dos negócios, no horizonte de seis meses, mostraram recuo de 4,1%, ao passar de 144,6 para 138,7 pontos, a primeira queda registrada este ano. Em junho, 8,9% das 1.180 empresas consultadas previram piora do ambiente dos negócios, contra 6,1% em maio. Aquelas que que esperam melhora dos negócios diminuíram de 50,7% para 47,6%.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria de bens de capital ficou em 82,8% em junho, ante 83% no mês anterior. Já a indústria de bens intermediários apresentou Nuci de 85,5%, ante 85,6% em maio.



Publicado em: 28/06/2012         Fonte: Clarisse de Freitas - Jornal d         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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