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Empréstimos têm menor preço médio da história

O preço médio dos empréstimos em maio foi o menor da história brasileira. Os consumidores que contrataram crédito no mês passado pagaram, em média, 38,8% ao ano pelo dinheiro, o equivalente a 2,77% ao mês. Segundo o Banco Central, responsável pela divulgação do resultado, não há registro inferior ao de maio desde o início da série histórica da pesquisa, em 1994.

O percentual é referente às operações com recursos livres. Essa categoria reúne todos os empréstimos que não têm vínculos com programas governamentais e os bancos têm liberdade na formação dos juros.

O total emprestado às famílias proveniente de recursos livres atingiu R$ 682,5 bilhões, alta de 1,2% no mês e 15% sobre maio de 2011. O saldo com recursos direcionados, que têm vínculos com o governo, somou R$ 318,2 bilhões, acréscimo de 2,2% ante abril e 30,6% na comparação com igual período do ano passado. Com isso, a carteira brasileira de crédito para pessoa física totalizou, pela primeira vez, R$ 1 trilhão.

Diretor executivo de estudos financeiros da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel Ribeiro de Oliveira avaliou que o resultado é positivo para a economia brasileira. "O volume de crédito está crescendo e os juros reduzindo mais que a Selic como reflexo da queda no spread. Se o governo continuar diminuindo a a taxa básica, como os juros estão muito altos no Brasil, haverá margem para caírem ainda mais", considerou.

O gestor dos cursos de Tecnologia de Gestão da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), o professor de Finanças Norival Caruso, disse que o recorde dos juros mostra que o trabalho do governo, de diminuir a taxa básica, teve efeito. "Sempre defendi a ideia de que a inflação deveria ser contida pela oferta. E para desenvolver a economia é necessário estimular o consumo pelo crédito mais barato", argumentou o professor.

Para as famílias, o decréscimo do preço do crédito é sempre positivo, opinou o consultor da PPS-NET Mario Amigo, que também ministra aulas na Fipecafi, Fipe, FIA e Saint Paul Escola de Negócios. "Este é um bom momento para que as pessoas que têm dívidas busquem renegociações", destacou.

No entanto, o professor de Economia do Insper Otto Nogami alertou sobre o risco de uma bolha de consumo. Sua avaliação é de que o método do governo de estimular a economia pelo aumento da oferta de crédito pode, num futuro próximo, elevar o endividamento no País. "Esse é um modelo esgotado", argumentou Nogami.

De acordo com o BC, o endividamento das famílias com o Sistema Financeiro Nacional em relação à renda acumulada dos últimos 12 meses encerrados em abril era de 43,27%. Em maio, os atrasos entre 15 e 90 dias sobre o saldo de empréstimos com recursos livres estava em 6,75%, queda sobre abril após quatro altas mensais consecutivas. Mas a inadimplência, que são os atrasos acima de 90 dias, foi ao maior nível desde novembro de 2009, com 7,98%.

A preocupação de Nogami é que mais famílias, principalmente das classes D e E, contratem crédito e acabem se enrolando para liquidar as parcelas no futuro. Amigo salientou que os bancos terão que atuar minuciosamente nas análises de concessões, em cenário de juros baixos, para não contribuírem na construção de uma bolha de consumo. A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) não quis comentar o assunto./CW

RECUPERAÇÃO

Os financiamentos de veículos tomaram novo rumo. Depois de queda de 13% nas concessões entre março (R$ 7,77 bilhões) e abril (R$ 6,74 bilhões), maio acumulou R$ 7,62 bilhões em novos contratos, incremento de 13% na comparação mensal. Porém, sobre o mesmo período do ano passado, a contração foi de 13,3%. O saldo da modalidade totalizou R$ 178,5 bilhões, expansão de 0,2% no mês e 15,1% em 12 meses




Publicado em: 27/06/2012         Fonte: Pedro Souza - Diário do grand         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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