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Vendendo a empresa: Driblando barreiras

Vender uma companhia nem sempre acontece no tempo e com o valor que o empresário espera. Existem algumas barreiras, algumas situações, internas e externas, que podem dificultar o interesse do investidor, quando não impedem a concretização da venda. Entender estas barreiras e evitá-las é essencial para o sucesso do negócio. Assim, preparar-se para a venda pode fazer toda a diferença.

Um passo muito importante nessa etapa é a definição do valor da companhia. Quando inicio o trabalho em uma empresa, para auxiliar no processo de venda, muitas vezes, é comum que os donos, empreendedores, já tenham um valor fixo em mente. No entanto, para se chegar ao valor efetivo do negócio, há métodos e cálculos específicos.

É importantíssimo, por exemplo, saber o resultado operacional da empresa. Com este número em mãos, é possível projetar a geração de caixa (chamada de EBITDA em inglês) dos próximos cinco anos. Também é importante olhar a taxa de crescimento. Será difícil o investidor aceitar que a empresa crescerá 30% se nos últimos anos o crescimento foi de apenas 5%. O histórico serve também para sustentar as projeções futuras.

Outra barreira encontrada, e que influência da mesma forma o valor, é saber exatamente o passivo da empresa. Muitas companhias possuem passivos em potencial, chamadas de contingências trabalhistas e fiscais.

Do ponto de vista interno, também é preciso avaliar o grau e o perfil de endividamento. Este número é extremamente importante, pois pode comprometer o fluxo de caixa e o valor líquido recebido pelo vendedor, que é líquido da dívida bancária. Ou seja, do valor negociado na venda, serão descontadas as dívidas que a empresa possui. Todas estas informações são encaradas como risco pelo investidor e podem dificultar a negociação.

O ambiente externo pode inibir igualmente o processo de venda. Em meio à crise, é mais difícil encontrar interessados em comprar uma empresa, e quando há investidor interessado, este costuma pagar mais barato pela companhia. Em algumas situações, o setor de atuação também é considerado uma alavanca de valor ou, ao contrário, pode ser uma desvantagem. No Brasil, por exemplo, alguns setores, como o de consumo voltado para a classe C, se fortaleceram, e apresentam taxas de crescimento expressivas.

Assim, é importante avaliar o momento econômico, o momento que o mercado vive, e entender que, as vezes, o melhor é esperar para que o período seja o mais favorável para a venda.

Preparar a empresa, mantendo-a em ordem, com um nível de endividamento, sob controle, com baixo grau de passivos, estruturada para manter o crescimento e com melhores práticas de gestão e de governança, melhora a confiança do investidor e evita entraves na hora da venda.

* Vincent Baron, sócio-diretor da Naxentia, é graduado em administração e possui MBA da Insead, uma das melhores escolas de negócios do mundo. Nascido na França, está no Brasil há dez anos. Especialista em reestruturação, antes de ingressar na Naxentia, foi diretor da Alvarez & Marsal, atuou na Oliver Wyman, Deloitte e no Banco Société Générale.



Publicado em: 14/06/2012         Fonte: Vincent Baron* - Note! Comun         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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