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Poupança continua a ser um bom negócio

Maior clareza nas metas e nas exigências legais, além da adoção de sanções legais específicas são a principal posição do empresariado brasileiro em relação às questões ambientais e de sustentabilidade no País. Essa posição, verificada a partir de pesquisa da empresa de consultoria Deloitte, concluída no mês passado, reflete a expectativa do setor empresarial em relação à realização da Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio mais 20, que terá início nesta quarta-feira (vai de 13 a 22 de junho), no Rio de Janeiro.



Na opinião do gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Shelley Carneiro, as empresas brasileiras estão procurando trabalhar de maneira séria a questão do meio ambiente, apesar de ainda haver um longo caminho a percorrer nesse sentido. “Mas, é muito importante que isso seja feito de comum acordo com o governo, que não pode se fechar num sistema autocrático”.

Para ele, o problema na condução dessas questões está principalmente na cobrança de tributos e na condução dos processos burocráticos. “Hoje, se paga num carro 60% de tributo ao governo. Há também o problema da nossa energia, que é a mais cara do mundo, num país que poderia ter energia barata.

Nesse caso, não é um problema de meio ambiente, mas de tributos. Isso causa um problema seríssimo para a indústria”, afirma.

Em relação ao processo de busca pela sustentabilidade, Shelley afirma que há vários avanços no setor industrial, nos últimos anos, que podem ser encontrados no setor de informação, energia e de construção civil, a partir do desenvolvimento de tecnologias que proporcionam benefícios econômicos e ambientais. “Se a gente for falar de uma maneira geral, sendo um modelo complexo, nós estamos ainda para construir esse modelo. O desenvolvimento sustentável é um meio e a sustentabilidade é um fim”.

No Ceará, um exemplo de investimento em projetos sustentáveis é o do empresário Raimundo Lima Júnior, proprietário da Isotermas, que fabrica isolantes térmicos e de conservação de energia. Amanhã, ele será destaque na XII Conferência da Associação Nacional das Empresas Inovadoras (Anpei), que acontece em Joinville, Santa Catarina.

Durante três anos, ele desenvolveu um tipo de isolamento térmico, batizado de “No Convection”, que pode ser utilizado na indústria petroquímica, alimentícia, hospitais, laboratórios, lavanderias, usinas e outros segmentos. “É uma tecnologia totalmente cearense, que proporciona redução no gasto de energia e pode ser usada em tubulações, conexões e equipamentos de baixa e alta temperatura, além de linhas de vapor, de água gelada, caldeiras e tanque de armazenamento, por exemplo”. (Bruno Stéfano)



Publicado em: 10/06/2012         Fonte: O Povo         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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