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Conhecimento torna ex-funcionários bons donos de franquias

Interessadas em obter novos franqueados já familiarizados com o funcionamento de suas operações, muitas franquias têm enxergado em funcionários o potencial para se tornarem empreendedores. A experiência, no entanto, nem sempre garante que o profissional tenha as características necessárias para sair do CLT e se tornar um dono de uma unidade.

Ana Artigas, diretora de inovação, pesquisa e desenvolvimento da Caliper, empresa especializada em gestão de talentos, lembra que é importante que o candidato a empresário tenha espírito empreendedor para poder tocar o negócio e prezar pelo seu crescimento. "Duas competências específicas procuradas pelos franqueadores são autonomia e respeito às regras", explica.

Ela ressalta que às vezes pessoas que já tenham trabalhado com a franquia e conheçam bem o perfil do negócio podem ser arrojadas a ponto de desrespeitar as regras da empresa. Nesse caso, podem acabar tomando medidas que descaracterizam a franquia, algo inaceitável para quem trabalha com esse modelo. "Mesmo ex-funcionários, quando muito ousados, podem customizar suas lojas e sair do padrão estabelecido", diz Ana.

Conhecimento prévio do negócio

A especialista concorda que conhecer a empresa é um diferencial interessante num ex-funcionário, mas faz a ressalva de que cada cargo na organização tem um peso diferente. "Alguém que só trabalhou com vendas não entende a empresa tão bem quanto alguém que atuou na gestão de uma unidade. Alguém que trabalhou no atendimento vai ter que mostrar habilidades em outras áreas se quiser conseguir um cargo de chefia", exemplifica.

Algumas empresas julgam tão interessante ter um funcionário adquirindo uma franquia que chegam até mesmo a sistematizar a prática. Esse é o caso da Century 21, franquia presente em 77 países especializada no setor imobiliário. Segundo o presidente e diretor-geral da Century 21 no Brasil e no Uruguai, Ernani Assis, o processo de abertura de uma franquia por um ex-funcionário é classificado internamente como de "sucessão". "Vários franqueadores nos Estados Unidos, onde trabalhei, ofereciam benefícios, como desconto na taxa de royalties."

Segundo Ernani, por seguir uma política de igualdade entre os franqueados, a Century 21 não oferece nenhum benefício, mas vê com bons olhos a entrada de funcionários. "Um mau franqueado pode causar algum dano às políticas da marca. Alguém que já veio de dentro da casa oferece mais segurança."

A operação da Century no Brasil já conta com dois franqueados que saíram de seus quadros. Depois de atuar em 2009 na área comercial da empresa, o veterinário Fábio Atanes decidiu em 2010 abrir sua própria unidade, no Guarujá (SP). Por já ter conhecimento do negócio, Fábio viu sua margem de lucro crescer muito mais rapidamente. Segundo Ernani, enquanto uma unidade da Century 21 demora uma média de sete meses para pagar o investimento e outros gastos iniciais, a empresa de Fábio chegou a esse patamar em apenas quatro meses.

"Tendo sangue de empreendedor e capital, nada melhor para um ex-funcionário do que investir naquilo que conhece e confia. Trabalhar numa franquia serve como um MBA sobre ela", diz Ernani.



Publicado em: 06/06/2012         Fonte: Terra         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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