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Rio mais 20 que futuro nós queremos?

A temperatura média global aumentou 0,4°C entre 1992 e 2010. O mundo continua dependendo dos combustíveis fósseis. 53% da geração de energia vêm dos derivados do petróleo ou do gás natural e outros 27% do carvão. As emissões de CO2, gás que contribui para o efeito estufa (aquecimento da Terra) aumentaram 9%, ao longo das duas últimas décadas. A área de floresta diminuiu em 300 milhões de hectares desde 1990, uma área maior do que a Argentina.



Os dados preocupantes fazem parte do relatório Keeping track of our changing Environment: From Rio to Rio+20 (De olho no meio ambiente em mutação: Da Rio à Rio mais 20), divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em novembro último. Pelo documento, que avalia os principais pontos debatidos durante a a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio 92, realizada em 1992 no Rio de Janeiro, percebe-se que, na prática, os acordos firmados pouco avançaram em 20 anos.

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio masi 20, que será realizada de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro, pretende avaliar o que foi feito e buscar soluções para conciliar as questões ambientais, econômicas e sociais. A intenção é completar, com medidas práticas, a assertiva “O futuro que queremos”, lançada pelo Zero Draft, documento rascunho que reúne as principais discussões. “A Rio masi 20 deve ter uma mudança de estratégia. Em 1992, a conferência foi muito política e conceitual”.

A avaliação do professor da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (Feaac) da Universidade Federal do Ceará (UFC), José Carlos Lázaro, doutor em Planejamento Ambiental pela Universidade Técnica de Berlim, aponta para os dois grandes temas que devem ser abordados durante a Rio mais 20. A economia verde e a governança. O primeiro diz respeito a um conjunto de processos produtivos da sociedade que persigam o alvo do desenvolvimento sustentável.

O segundo refere-se a mudanças na forma de gerir, globalmente, as questões ambientais. Hoje, a ONU conta com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Mas, o Pnuma, na avaliação do professor, não tem força econômica nem política suficientes para colocar em prática o que ficou definido. “É preciso um instrumento que tenha força de promover sanções a países que não cumprem”.

Ele cita como exemplo a dificuldade de cobrar o Protocolo de Quioto, que vigora desde 2005. O acordo tenta reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Além disso, mostra que os documentos concluídos na Rio 92, como a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a Convenção sobre Diversidade Biológica, a Declaração de Princípios sobre Florestas, a Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento e a Agenda 21, pouco tiveram as diretrizes cumpridas.

“A Rio 92 foi válida para o mundo perceber que está em crise. Aí entra a discussão do desenvolvimento sustentável, na tentativa de reduzir os danos”, reforça o ambientalista Pedro Ivo Batista. Ele também observa que as implementações foram ínfimas. “Vamos chegar à Rio +20 com uma vitória em relação à consciência da sociedade. Porém com baixa implementação dos acordos. Vamos ver se a Rio mas 20 vai dar conta de resolver esse problema”.


Quando

ENTENDA A NOTÍCIA

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho, desde a Conferência de Estocolmo, em 1972. O Ciência & Saúde aproveita a data para apresentar a Rio +20. Evento que tentará buscar soluções que conciliem a preservação do meio ambiente, o crescimento econômico e o bem-estar social.



Publicado em: 03/06/2012         Fonte: Gabriela Meneses - O Povo         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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