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Empregado custa três vezes mais que salário

O custo de um trabalhador para a empresa chega a quase três vezes o valor pago por seu salário, ou seja, 183% a mais, considerando que ele permaneça na companhia por um ano. Isso é o que aponta estudo do centro de microeconomia aplicada da Escola de Economia de São Paulo da FGV (Fundação Getulio Vargas) em parceria com a CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Um empregado que tem salário bruto de R$ 730 mensais custa para a companhia, na realidade, R$ 2.067,44, ou seja, R$ 1.395,84 a mais do que o trabalhador recebe na prática. Seu salário líquido recua 8% por conta dos tributos incidentes e ele recebe no fim do mês R$ 671,60.

Os gastos adicionais se devem, de acordo com a pesquisa, aos desembolsos com encargos trabalhistas, benefícios, burocracia e gestão do trabalho. O valor pode ser maior conforme a lista de auxílios, como alimentação, creche e refeitório no local.

Todos esses ônus, na avaliação do vice-diretor do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de São Bernardo, Mauro Miaguti, contribuem para a falta de competitividade da indústria brasileira frente ao produto asiático, especialmente o chinês. "Além de a carga tributária da China ser bem menor do que a nossa, eles não oferecem benefícios aos seus funcionários", aponta. De fato, os chineses gastam o equivalente a 17% do PIB (Produto Interno Bruto) com impostos enquanto que os brasileiros, 35,1%.

"O trabalhador deveria ganhar mais do que recebe efetivamente, mas infelizmente essas são as regras do registro em carteira. Eu preferiria pagar mais e ele escolher qual plano de saúde quer ter, por exemplo. Nós teríamos menos encargos, ele teria mais dinheiro para gastar e o consumo ficaria aquecido, o que seria excelente para a economia", afirma Miaguti. "Isso porque os valores pagos em tributos não são devolvidos à sociedade em forma de serviços. Ou seja, pagamos duas vezes por melhores condições de Saúde, Educação e segurança."

O estudo mostra que, ao longo de cinco anos, os custos do empregado para a empresa diminuem. Considerando o salário de R$ 730, os patrões passam a desembolsar R$ 1.858,89 para mantê-lo, 155% a mais. A constatação, em tese, ajudaria o profissional a permanecer na companhia por mais tempo, porém, as taxas que reduzidas são justamente aquelas cobradas para demiti-lo, a exemplo do aviso prévio indenizado, que de R$ 54,48 passa a R$ 14,34 e do direito a férias, que de R$ 64,16 cai a R$ 11,38.



Carga brasileira está entre as maiores

O Brasil, não à toa, é apelidado de país dos impostos. No ranking mundial da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), figura na 15º posição e está atrás somente de nações desenvolvidas, que oferecem à sociedade, em troca, serviços públicos de qualidade.

De acordo com o Sescon-SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento no Estado de São Paulo), há, no País, mais de 60 tributos, entre impostos federais, estaduais e municipais, taxas e contribuições. O Impostômetro, iniciativa do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) em parceria com a ACSP (Associação Comercial de São Paulo), que mensura a arrecadação minuto a minuto contabilizou, cotabilizou até a primeira semana de maio R$ 500 bilhões nos cofres públicos. A marca foi alcançada dois dias antes que no ano passado.

Esse crescimento é refletido também na quantidade de dias trabalhados para pagar tributos. Neste ano, o brasileiro trabalha um dia a mais só para o governo, somando 150 dias. Em 2011, eram 149 dias.



Dia sem imposto será realizado amanhã

Amanhã será comemorado o dia sem imposto, com iniciativas de vendas de produtos sem a incidência de tributos em todo o País. O intuito da campanha é conscientizar o consumidor sobre o montante pago aos cofres públicos.

A capital mineira, Belo Horizonte, é a que apresenta o maior número de adesões à causa. Os descontos vão baratear a venda de brinquedos, toalhas, flores, lâmpadas ou para abastecer o carro. Participam da ação lojas de material elétrico, papelarias, óticas, floriculturas e bares e restaurantes. A iniciativa é encabeçada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte.

Em São Paulo, como ocorre tradicionalmente todos os anos, o posto Ipiranga da Avenida Sumaré com Rua Franco da Rocha vai vender 5.000 litros de gasolina sem imposto a R$ 1,26, em vez de R$ 2,69.

A ação, que vai das 9h às 13h, com limite de 30 litros por motorista, tem o apoio do Movimento Endireita Brasil e do Instituto Ludwig Von Mises Brasil.

REGIÃO - No Grande ABC, desta vez, não houve adesão do dia sem imposto. Em 2011, o Núcleo de Jovens Empreendedores do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) Santo André realizou duas ações na cidade, com um restaurante e uma academia. Houve a tentativa de vender combustível mais barato, mas nenhum posto aceitou. Neste ano, segundo o coordenador Kinji Yamamoto, não houve tempo para idealizar a ação.

O presidente do Núcleo de Jovens Empreendedores da Acisbec (Associação Comercial e Industrial de São Bernardo), Valter Moura Júnior, conta que a contribuição da entidade é feita por meio do feirão do imposto que, desde janeiro, expõe itens diferentes, a cada mês, mostrando os preços com e sem imposto



Publicado em: 24/05/2012         Fonte: Diário do Grande ABC         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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