NOTÍCIAS

bakirkoy masaj evde masaj istanbul masaj masaj xnxx video ensest hikaye
O que muda com a alta no preço do dólar

Com a alta do dólar, de R$ 1,73 para R$ 2,01 - em apenas dois meses, o comerciante José Miguel Terron, 62 anos, decidiu ir até Miami, (Estados Unidos), para comprar os produtos importados que vende em sua loja. “Vendo perfumes e bijuterias. Compensa eu comprar lá”, afirma. “Mas com os tributos da alfândega acaba saindo quase o mesmo valor. O meu lucro é a viagem. Aproveito para passear”, completa.

No momento, a principal razão da desvalorização do real é a mesma que ameaça rachar a zona do euro, a Grécia. Os investidores globais correm para a moeda americana, que é considerada fora de risco. Esse fator faz o dólar ganhar força. Mas não para por aí. O valor da moeda americana, desde a indústria até o cotidiano do cidadão comum.

- Veja aqui as vantagens e desvantagem da alta do dólar

Viagens/ Apesar da alta, nas agências de turismo a movimentação de passageiros continua alta. “Quem quer viajar para o exterior, não abre mão. Enquanto o dólar não ultrapassar a barreira dos R$ 2,20, não vai interferir na procura”, diz Danilo Calixto da Costa, agente de viagens da Zizatur Turismo, de Rio Preto.

Julho é verão e é alta temporada nos Estados Unidos. Quem vai para a terra do Tio Sam deve ficar atento aos gastos no cartão de crédito, para não levar um susto. Isso porque a cotação do dólar das compras feitas no exterior é considerada a do dia do fechamento do boleto.

Cotidiano/ O administrador Anderson de Camargo, 34, vê com bons olhos a alta do dólar. “Influenciará positivamente na exportação de produtos nacionais”, analisa. Já para o bancário Hygor Paulo Duarte, 30, a alteração da moeda interfere nas negociações com clientes, principalmente, aqueles que vivem no exterior. “Se melhora a exportação, haverá dificuldades para a importação”, lembra. “A alta do dólar não deve interferir no meu dia a dia. Só se eu decidir ir para o exterior”, diz o consultor técnico industrial Mário Homero, 39.

“Acredito que a moeda sofrerá oscilações. Para a balança comercial, o ideal é que permaneça assim”, disse o bancário Leandro Botelho, 25.

Afeta, sim/ A alta do dólar mexe no preço dos produtos importados, mas respinga também em itens menos óbvios como o óleo de soja e o açúcar, cuja cotação é definida no mercado internacional, e pode gerar inflação.

E o problema da inflação é que ela obrigaria o governo a interromper a queda da taxa de juros para segurar o consumo. Além disso, parte considerável dos itens que compõem o IGP-M está atrelada ao dólar. Este indicador de inflação serve de referência para o reajuste do aluguel e da energia, que pressionam os preços.

“Se o dólar se mantiver na casa dos R$ 2, teremos inflação em torno de 1%”, diz o diretor de Comércio da Acirp, Jorge Luís de Souza. Estaria dentro do que o governo projeta para 2012: inflação de 4,5% a 5% e crescimento de 4%. /(Com Tatiane Patron).

Indústria da região comemora alta da moeda norte-americana

O setor que mais comemora a alta do dólar, com certeza, é o industrial. De acordo com o diretor regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de Rio Preto, José Luiz Franzotti, o reflexo positivo será na exportação de produtos nacionais.

“A região de Rio Preto é forte na agroindústria, vestuário, moveleiro e sucroalcooleiro e, com a desvalorização do real a região mais ganha do que perde.” Contudo, Franzotti é a favor do equilíbrio. Lembra que o petróleo e outras matérias-primas (commodities) são cotadas em dólar. “O importante é encontrar um ponto de equilíbrio.”

Emprego/ O dólar por R$ 1,90 é considerado o valor ideal. A médio e longo prazo, a expectativa é que novos contratos sejam feitos pela indústria nacional. Mas, a partir do momento que o valor ultrapassa a casa dos R$ 2 – como na sexta que comercial fechou em R$ 2,01 para a venda – começa a preocupar É que grande parte do que se produz no país, exige importação, cotada em dólares. “As grandes oscilações inviabilizam investimentos, pode haver fechamento de negócios e quem necessita importar insumos terá prejuízos”, avisa Franzotti.

Comércio /Os dissídios coletivos dos bancários e dos comerciários, que podem ser influenciada pelos alta do dólar, é o que mais diretamente afetaria o comércio de Rio Preto. A informação é do diretor de Comércio da Acirp, Jorge Luís de Souza. “Aumenta a massa salarial e consequentemente o consumo e faz com que a economia se mantenha aquecida.”

MAIS
Desequilíbrio

“As grandes oscilações inviabilizam investimentos, pode haver fechamento de negócios”, diz José Luiz Franzotti, diretor regional do Ciesp de Rio Preto.

Consumidor final
Com a alta do dólar comercial, os produtos importados terão reajuste, conforme percentual da mudança da moeda

Perfil
Os consumidores de produtos importados são da classe A e B.

300% é a diferença de preço de um perfume importado comparado a um nacional



Publicado em: 21/05/2012         Fonte: Rede Bom Dia         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

Voltar

 

beylikduzu escort
porno
porno
bodrum bayan escort