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Reforma é urgente para cortar gastos, afirma especialista em contas públicas

RIO — O especialista em contas públicas Raul Velloso afirmou na terça-feira que os gastos com pessoal e previdência podem alcançar um valor correspondente a 28,5% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos Bens produzidos em um país) em 2040, se não forem feitas reformas no país. No ano de 2018, a fatia será de 16,4%. Em 2011, os gastos com pessoal, previdência e assistência social corresponderam a 13,3%.
— O número é tão alto que só serve para mostrar que é preciso fazer alguma coisa — afirmou Velloso, ao participar do 24° Fórum Nacional, organizado pelo ex-ministro do planejamento João Paulo dos Reis Velloso, na sede do BNDES no Rio.


Velloso afirmou ainda que, para a Economia brasileira crescer 4,4% — a meta do governo para 2012 é de 4,5% —, é preciso que a taxa de Investimento avance dos atuais 18% do PIB para 24% do PIB:
— O PIB potencial, aquele que permite o crescimento sem pressão de inflação, está em torno de 3,4% ao ano. Se tiver que crescer 4,4% ao ano, é preciso um aumento de seis pontos percentuais na taxa de investimentos.


Como esta tarefa, no entanto, não é fácil, destacou Velloso, um caminho importante para favorecer o crescimento sustentado da Economia seria o aumento da produtividade. Nos últimos anos, a Poupança externa tem favorecido os investimentos, mas há agora uma trava à entrada desses recursos, com a elevação da taxa de câmbio. A Poupança pública, por sua vez, está comprometida com os gastos de previdência, num cenário em que a população brasileira está envelhecendo.


— Em toda a minha vida sempre vivi momentos em que o Curto prazo era difícil e o futuro era ótimo. Hoje, o Curto prazo está bom e o futuro não está tão bom assim — disse.
Segundo o estudo apresentado por Velloso, mais que dobrou a participação dos benefícios do INSS nos gastos primários da União entre 1987 e 2011, de 17% para 38,9%. Já as despesas com pessoal passaram de 22% para 24,7% no mesmo período. Recursos destinados à assistência social, que não apareciam nos dados de 1987, representavam 10,5% do total no ano passado.


Para o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz, o dólar cotado a R$ 2 faz diferença para os exportadores, mas o Câmbio é apenas um dos componentes para ampliar a competitividade da indústria e não é capaz de sozinho garantir a recuperação da atividade industrial. Ao participar do 24° Fórum Nacional, Ferraz disse que é preciso cada vez mais aproximar inovação e produção.



Publicado em: 16/05/2012         Fonte: O Globo         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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