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Os contadores e as eleições

 

Por José Martonio Alves Coelho
 

Mudanças importantes ocorreram na área contábil nos últimos anos, a começar pelo papel dos profissionais da área. Eles deixaram de ser coadjuvantes e tornaram-se fundamentais não só para as empresas que atuam, mas também para a sociedade.

Exemplo recente foi a entrada no trâmite eleitoral. Este ano, toda prestação de contas entregue deverá ter a assinatura de um profissional da contabilidade, segundo consta na Resolução nº 23.406/2014, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Foram duas prestações parciais: uma, de 28 de julho a 2 de agosto; e a outra, de 28 de agosto a 2 de setembro. A última será em 4 de novembro, para os que concorreram ao 1° turno, e 25 de novembro, para aqueles que concorrem ao 2°.

Agora, a expectativa é que essas prestações reflitam os gastos de campanha de forma mais confiável. Afinal, quando um cidadão decide se dedicar à vida pública, é à toda sociedade que ele deve prestar contas, como dever pela confiança empenhada pelos eleitores.

Ao mesmo tempo em que entramos de vez no processo eleitoral brasileiro, alcançamos, em agosto, a marca de meio milhão de profissionais no País, um feito histórico. Esperamos que esse exército de profissionais de contabilidade, que viu a profissão mudar ao longo dos últimos anos, faça jus ao importante papel que desempenha. Mais do que proteção às posses e aos bens, a contabilidade precisa ser encarada como uma profissão que tem como objetivo proteger a sociedade. O Conselho Federal de Contabilidade alertou para a participação da classe. Foram realizados seminários para debater e incentivar a capacitação, além de orientar candidatos, partidos políticos, advogados e administradores financeiros. E realizou, em junho e julho, seminários, em todo o País, para debater e incentivar a capacitação dos profissionais que representa.
 



Publicado em: 21/10/2014         Fonte: DCI         Postado por: Ronnie de Sousa

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