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Lucro da TAM cai 22% no primeiro trimestre

SÃO PAULO - A TAM encerrou o primeiro trimestre com lucro de R$ 100,9 milhões, 22% inferior ao registrado um ano antes.

A companhia teve uma receita líquida de R$ 3,23 bilhões no período, alta de 6% na mesma base de comparação. A margem líquida recuou 1,1 ponto percentual, para 3,1%.

O resultado foi afetado por um aumento de 10,9% nos custos e despesas operacionais totais, para R$ 3,25 bilhões. Os gastos dos combustíveis representaram a maior parte desse valor, R$ 1,27 bilhão, alta de 19,8%.

No período, os custos superaram levemente as receitas, considerando-se a medida ponderada por passageiro transportado e por quilômetro rodado (ASK, na sigla em inglês). Nesse critério, o custo (CASK) foi de R$ 0,164, enquanto a receita (RASK) foi de R$ 0,163. Entre janeiro e março de 2011, a diferença entre os dois indicadores era positiva em R$ 0,006.

A TAM encerrou o primeiro trimestre com Ebit (lucro antes de juros e impostos) negativo em R$ 23,5 milhões, contra um resultado positivo em R$ 110,2 milhões um ano antes.

O resultado financeiro, por sua vez, trouxe algum alívio à última linha do balanço. As operações financeiras e com derivativos de combustíveis trouxeram receitas de R$ 243,5 milhões, 68% acima do contabilizado no primeiro trimestre de 2011.

Operação doméstica segue pressionando

A discrepância entre os resultados gerados pelos voos domésticos e internacionais voltou a marcar o balanço.

Enquanto a receita com transportes de passageiros em rotas internacionais aumentou 25% frente aos três primeiros meses de 2011, para R$ 1,08 bilhão, as rotas nacionais ficaram praticamente estáveis em R$ 1,52 bilhão.

O aumento de 2,2% na receita por passageiro por quilômetro rodado (RASK, na sigla em inglês) também deveu-se à operação internacional, na qual o indicador registrou aumento de 23,2%, para R$ 0,145. Nas rotas nacionais, o RASK recuou 3,8%, para R$ 0,118.

Nas rotas domésticas, o número de passageiros transportados recuou 2,1%, para 7,7 milhões. O aumento de 1,7% na demanda, associado a uma oferta de assentos 5,1% maior por parte da companhia, resultou em uma queda de 2,3 ponto percentual na taxa de ocupação, para 68,1%.

Já nos voos internacionais, o indicador cresceu 2,9 pontos percentuais, para 82,5%, resultado de um aumento mais expressivo da demanda, de 5,3%, e de uma oferta mais restrita, com alta de 1,6%.

Esse cenário discrepante pressionou também o yield. O índice de rentabilidade, que baliza reajustes de preços de passagens, recuou 0,8% na operação nacional, para R$ 0,18, enquanto, nas rotas internacionais, houve aumento de 18,8%, para R$ 0,175.

(Natalia Viri | Valor)



Publicado em: 14/05/2012         Fonte: Por Natalia Viri | Valor         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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