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Inflação anual na zona do euro cai para 0,7% em fevereiro

LONDRES  -  A pressão sobre o Banco Central Europeu (BCE) para tomar iniciativas que evitem a queda dos preços na zona do euro se intensificou hoje, após uma revisão de indicadores mostrar que a inflação em toda a região caiu inesperadamente em fevereiro, para seu nível mais baixo desde outubro.

Números divulgados pela agência de estatísticas Eurostat apontam que a inflação ao consumidor foi de 0,7% em relação a fevereiro de 2013. A variação foi mais baixa do que a estimativa inicial, de 0,8%, e repetiu o resultado de outubro, que foi o nível mais baixo desde o final de 2009.

Os números podem reforçar as preocupações nos mercados de que a zona do euro corre o risco de sofrer uma crise de deflação, ou queda dos preços. A deflação pode prejudicar a economia ao incentivar consumidores e empresas a adiar gastos, na esperança encontrar preços mais baratos no futuro.

A taxa de inflação anual, que está muito abaixo da meta de quase 2% do BCE, também vem em um momento em que o euro flutuado nos mercados cambiais. Uma moeda mais valorizada pode pressionar a inflação para baixo, de duas maneiras: pode baratear as importações e pode pesar sobre a atividade econômica ao tornar as exportações mais caras nos mercados internacionais.

Após os dados de inflação, o euro caiu 0,2%, para US$ 1,3890. Em sessões recentes, o euro quase rompeu a marca de US$ 1,40 pela primeira vez desde outubro de 2011.

Os dados do Eurostat mostram que quatro dos 18 países da zona do euro - Grécia, Chipre, Portugal e Eslováquia - estão sofrendo uma queda nos preços. Outros, como a Espanha e a Irlanda, mal registram alta, enquanto nenhum país do euro tem uma taxa de 2% ou mais.

Um porta-voz da agência de estatísticas disse que o principal motivo para a revisão foi a redução dos números da Alemanha, que tem uma taxa de inflação anual de 1%.

Em uma entrevista coletiva neste mês, após a decisão do BCE de manter a sua principal taxa de juros inalterada no piso de 0,25%, o presidente do banco, Mario Draghi, foi cautelosamente otimista sobre as perspectivas para a economia, frisando não esperar uma deflação disseminada.

Mesmo assim, ele disse que o banco está avaliando o que pode fazer no caso de paradas na recuperação econômica ou de preços que começam a cair. As opções que têm sido debatidas incluir uma nova redução da taxa básica de juros, possivelmente para 0,1%, e a redução da taxa de depósito para níveis negativos, o que incentivaria os bancos a emprestar, em vez de deixar o seu dinheiro no banco central.



Publicado em: 17/03/2014         Fonte: (Associated Press)         Postado por: Reinaldo Pereira Santos

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