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Os CDBs que ainda podem bater a poupança

São Paulo – A perspectiva de uma rentabilidade reduzida na poupança e de uma Taxa Selic menor impactou boa parte dos investimentos em renda fixa, e abre espaço para outras modalidades com mais risco e potencial maior de rentabilidade.

Quem poupar dinheiro a partir de agora terá nas Letras Financeiras do Tesouro (LFTs) e na nova poupança as melhores chances de combinar rentabilidade, liquidez e conservadorismo, dependendo do prazo do investimento. Os fundos DI com taxas de administração superiores a 1% perderam muito a atratividade.

Aqueles que tinham o hábito de investir em CDBs, porém, terão que rever sua estratégia. Quando a Selic atingir 8,5% ao ano, cenário esperado para o final deste mês, os CDBs que remuneram abaixo de 100% do CDI perdem atratividade para um horizonte de seis meses. A partir deste prazo, até 12 meses, os CDBs serão interessantes caso remunerem a partir de 92% do CDI.

Encontrar um CDB que remunere acima de 90% do CDI nos grandes bancos nem sempre é fácil para o pequeno investidor. Papéis que remuneram 100% do CDI com liquidez diária só podem ser encontrados em bancos médios e pequenos, com risco maior – nos bancos grandes, aplicações com esse perfil, têm carência de dois ou três anos.

Ou seja, se a taxa de juro continuar em queda, ficará mais difícil para os CDBs competirem com a poupança, pois aqueles que forem realmente mais rentáveis terão risco mais alto. Investir em CDBs “conservadores” (de grandes bancos) poderá não ser tão interessante. A saída será investir no Tesouro Direto, abrir mão da liquidez diária ou, para quem tiver mais apetite por risco, diversificar com outros tipos de CDB. Veja a seguir:

1. CDBs que rendam mais de 90% do CDI

É possível que em seu banco você consiga aplicar em um CDB que renda ao menos 90% do CDI. Esses papéis têm a vantagem da segurança de serem emitidos por um banco sólido, com risco reduzido de quebra, o que os deixa no mesmo patamar da caderneta de poupança. Lembre-se de que, a rigor, tanto a poupança quanto os CDBs têm a mesma garantia, não importando o banco emissor: 70.000 reais garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que é uma entidade privada.

Para uma Selic de 8,5% ao ano, a poupança ainda será mais atrativa que os CDBs de bancos grandes para prazos de até seis meses. De seis a 12 meses, ficam mais atrativos os CDBs que remunerem acima de 95% do CDI, mas a diferença é bem pequena – e pode mesmo ser nula, considerando-se que pode haver uma ligeira diferença entre o CDI e o parâmetro da poupança, a Selic.

Acima de 12 meses, o CDB deve remunerar acima de 92% para ser mais interessante que a poupança; e para mais de dois anos, a remuneração superior a 90% do CDI já é mais atrativa. A partir de uma Selic de 8,25% ao ano, a nova poupança e o CDB de 90% do CDI praticamente se igualam em rentabilidade já num prazo de até seis meses. Então, se você conseguir um CDB que pague mais do que esse percentual, já sai no lucro frente à poupança.

2. CDBs progressivos

Se você não se importar de deixar seu dinheiro travado por dois ou três anos, grandes bancos como a Caixa, o Bradesco e o Santander oferecem modalidades progressivas de CDB, em que a remuneração vai crescendo com o passar do tempo, até chegar a, pelo menos, 100% do CDI ao final do prazo. É uma maneira de combinar uma remuneração mais alta que a poupança com a segurança de um banco sólido.



Publicado em: 09/05/2012         Fonte: Julia Wiltigen, de Exame.com         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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