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Contabilidade criativa volta à cena em dia de agenda cheia

A agenda do dia dispensa complemento. Tem particular relevância para a economia brasileira. Está focada no desempenho da indústria no Brasil em novembro e na Ata da reunião do Fed de dezembro. O IBGE deve confirmar o retorno da produção industrial à volatilidade que caracterizou o primeiro semestre, sendo acompanhada por forte queda mensal, de acordo com pesquisa realizada pelo Valor Data. A Ata do Comitê de Política Monetária do BC americano pode trazer indicações sobre desdobramentos da redução do programa de compra de ativos (tapering) que começa neste mês de janeiro, em US$ 10 bilhões. Há grande expectativa em torno de alguma dica sobre taxa de juro, que Ben Bernanke – presidente do Fed até 31 de janeiro – disse que ficará em níveis muito baixos por tem prolongado. Sinalização que o mercado colocou de lado promovendo um ajuste de taxas que pode ser intensificado ou atenuado como resultado da leitura da ata a ser publicada pela instituição às 17 horas desta quarta-feira. Mas a terça-feira deixou um saldo a ser administrado hoje. A manifestação das agências de classificação de risco de crédito sobre o Brasil. Moody’s, Standard & Poor’s e Fitch – em seminários ou entrevistas – trataram do nosso ritmo de crescimento e capacidade de manter equilíbrio nas contas públicas.

Os ativos financeiros não sofreram com os comentários. Não a ponto de gerar preocupação. Inclusive, porque no início da noite a soma das declarações se assemelhava a uma troca de chumbo entre concorrentes e não a um momento de foco total em Brasil. Mas o jornalista Ribamar Oliveira, especialista em Política Fiscal do Valor, acrescenta informação relevante ao debate. Informação que pode, sim, levar as agências a repensar um pouco mais o país. O jornalista apurou – como relata na manchete do Valor desta manhã – que o governo  brasileiro praticamente dobrou os restos a pagar processados de 2013 para 2014, elevando o superávit primário. Se alguns movimentos não tivessem sido feitos, a economia de recursos para pagamento de juros da dívida em 2013 teria sido bem inferior aos R$ 75 bilhões anunciados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, na semana passada.

Ao jornalista, o Tesouro confirmou que "houve efetivamente" um valor maior da inscrição de restos a pagar processados de 2013 para 2014, mas informou que ainda está verificando o que ocorreu, pois os dados sobre a postergação dessas despesas ainda não foram fechados. Confirmou também as emissões de ordens bancárias nos últimos dias do ano passado, mas explicou que não houve qualquer mudança de procedimento em relação a anos anteriores. O Tesouro observou ainda que tanto o aumento da postergação de despesas como o pagamento de investimentos nos últimos dias do ano não foram feitos com o objetivo de elevar o superávit primário de 2013. O adiamento de despesas, de qualquer forma, fugiu do padrão verificado nos últimos anos e postergação de despesas é da mesma família da “contabilidade criativa”, segundo Gil Castelo Branco, o secretário-geral do site Contas Abertas.

 



Publicado em: 09/01/2014         Fonte: Valor Econômico         Postado por: Ronnie de Sousa

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