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Causas geradoras de juros altos no Brasil: corrupção, impunidade e cartel bancário

O problema insolúvel do governo brasileiro é de gestão pública, especialmente nos poderes Executivo e Legislativo. O político, para ser vencedor e se reeleger continuamente, tem de obter curso de pós-graduação em mentira. Como não há curso de tergiversação (enganação, mentira, ludíbrio, tapeação) autorizado pelo MEC, os iniciantes o obtém informalmente com os políticos experientes e pós-graduados na arte. Alguns deles são as habituais vedetes registradas pelas câmeras de televisão, especialmente quando o repórter procura obter respostas para as contínuas denúncias de sumiço de dinheiro público noticiadas pela imprensa – falada, escrita, televisiva. Outros ficam ocultos e são raramente entrevistados, porque não conseguemmanipular a reportagem com explicações estapafúrdias.O dom de enganar, de fazer negociatas,aplica-se nos bastidores, em meandros e locais não confidenciáveis, secretos. Esses políticossão muito mais perigosos que os demais, porque sabem se articular, mas não gostam de aparecer, são assíduos leitores da obra O Príncipe, autoria de Maquiavel, cujos ensinamentos eles aplicam no dia a dia, especialmente quando ocupam importantes cargos no 1º escalão, como: ministros, secretários de estados, do Distrito Federal e de municípios. Também, de presidentes em: autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista. Em suas falcatruas, mesmo quando apanhados com a mão na “boca da botija”, mostram-se indignados, declaram-se inocentes e afirmam serem vítimas de intrigas da oposição. E os eleitores de cabresto continuam a elegê-los! Como são incautos e inocentes! São realmente inocentes ou querem aprender os ensinamentos de Maquiavel? Quem não tenta, através de votos, desmontar o esquema corrupto quer nele participar. Em sua burrice, tais eleitores de cabresto não conseguem discernir que estão sendo usados pelos corruptos espertalhões que, com risadas maldosas, os denominam de inocentes-úteis, os “caroços de manga”! Quando eleitos e empossados,nos poderes Executivo e Legislativo, da União, do Distrito Federal, dos Estados e dos municípios, formam as equipes do 1º escalão de governo. Estes, quando empossados, conseguem a nomeação e dão posse aos auxiliares de 2º escalão: assessores, superintendentes, diretores, coordenadores, etc.

Decorridos vários meses no exercício do cargo, seja como presidente, governador ou prefeito, o governantenão pode mais alegar desconhecer as atividades dos auxiliares corruptos, que desviam (roubam) verbas orçamentárias por meio de “negócios privados”, que os agentes públicos do 1º e 2º escalão estão surrupiando. Embora seja difícil reconhecer suas ações no primeiro ano de governo, porque tais autoridades foram impostas por líderes de diferentes coligações partidárias,é impossível ignorar a corrupção, a partir do 2º anosubsequente. Todas as autoridades eleitas têm informantes, oficiais ou oficiosos; eles são muito eficientes e prestimosos para agradar o “chefe” – presidente, governador, prefeito. Presidente, governadores e prefeitos, se forem corruptos,“escrevem” a “cartilha”explicando a “doutrina” da corrupçãoe a “entrega” aos componentes do 1º escalão, os quais exigem o seu cumprimento pelos subalternos do 2º escalão que, por comunhão de princípios, as executam. São tais atitudes que provocam e agravam o endividamento público. Quem gerencia a execução orçamentária são os eleitos para cada período governamental. São eles que provocam os sucessivos déficits e geram os atuais; os novos eleitos acusam os governos anteriores, mas contraem  novas dívidas e aumentam o saldo do endividamento, e muito. Empréstimos governamentais são continuamente contraídos pelo Ministério da Fazenda e secretarias de fazenda/finanças, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Essas dívidas são impagáveis; são renegociadas com atualização monetária e capitalização dos juros. Parte dessas dívidas, oficiais e oficiosas – “Caixa 2” –são resultantes do dinheiro surrupiado por políticos em licitações fraudulentas e cartelizadas, mesmo as eletrônicas. Muitas delasresultam em obras e serviços imprestáveis, inúteis ou inacabados e sucateados. Como o Setor Público é conhecido historicamente como mau pagador e corrupto, os produtos adquiridos e os serviços prestados são superfaturados pelo fornecedor. Novencimento da dívida contratada com o credor, a autoridade pagadora responsável (União, Distrito Federal/estados, municípios) exige o cumprimento do prévio acordo verbal,a sua “comissão”, de 10%, 20%, 30%.O fornecedor, quando não paga a famigerada comissão, não recebe o dinheiro! Por conseguinte, o endividamento aumenta sempre, por causa do aumento enorme do desencaixe provocado pela corrupção.

O governo petista é uma oclocracia governamental originária dos sindicatos, petista, petebista, pedetista, os quais representame xclusivamenteo ABC paulista (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano). Para ter governabilidade, a esta oclocracia política sealiaram os caciques do PMDB, antigo adversário elitista, seguindo e aperfeiçoando as lições maquiavélicas de governos anteriores, os atuais oposicionistas. Foram excluídos, ignorados e torpedeados os demais sindicatos brasileiros, especialmente os públicos. As receitas governamentais não são suficientes para a gastança, mesmo em face da arrecadação extorsiva de tributos pagos pela Nação. Eleitores e não eleitores estão pagando pela devassidão política, que aumentará bastante com o chamado orçamento impositivo de 2014, o qual possibilita maior margem de negociatas escusas, criminosas, pelo direcionamento das verbas orçamentárias que foram impostas pelo Poder Legislativo ao Poder Executivo, em torno de R$ 8,5 bilhões adicionais. Portanto, eleitor, não vote nos melhores, vote nos candidatos menos ruins! Umaparcela substancial de políticos brasileiro sempre agiu sub-repticiamente, e continua atuandode forma vergonhosa, corrupta e escandalosa. A conduta vem desde o início do período republicano brasileiro.

Feitos os esclarecimentos preliminares resta a explicação das altas taxas de juros empurradas goela abaixo da Nação. Embora não seja mercadoria, o dinheiro – notas e moedas metálicas – é um meio de troca entre compradores e vendedores, portanto deve ser considerado um produto de intermediação mercantil.A oferta/demanda de dinheiro provoca redução ou aumento das taxas de juros, o que interfere no sistema econômico. O governo continua aplicando dinheiro públicoem obras e atividades populistas, que não dão retorno econômico e não incentivam o crescimento industrial. Paliativamente busca, através de subsídios tributários momentâneos concedidos às indústrias,induzir a população a consumir mais do que deveria. Continua ainterferir negativamente no equilíbrio da economia. A infraestrutura brasileira parou no tempo, pelo descaso de governantes. Isto vem ocorrendo ao longo de décadas. Os sucessivos governos não deram manutenção à infraestrutura existente e não a inovaram; não reestabeleceram a base de sustentação e de avanço da economia: usinas hidroelétricas e termoelétricas, ferrovias, rodovias, pontes, viadutos, portos, aeroportos, metrôs, novas rodovias, duplicação e manutenção das existentes, etc. Por inércia e corrupção desses governantes, o sistema gerador, acelerador, escoador, da produção brasileira está estagnado. As atividades governamentais e os gastos sociais estão sendo efetivados para formar eleitores de cabresto, para dominá-los. O socorro à população pobre é muito importante e vital,porque é a que mais sofre com a inflação. É também de importância vital para o Brasil, atualizar, modernizar e dar manutenção contínua à infraestrutura econômica e reerguê-la, porque está sucateada. A economiafoi praticamente estagnada em 2012/2013; no final deste ano eleitoral pode entrar em recessão e penalizar a população mais sofrida. Por corporativismo, os sucessivos governos (federal, distrital, estadual, municipal)sempre foram permissivo são tolerar a corrupção, ou incentivá-la. Não simplesmente a toleram, incentivam-na com a sua inércia. Concomitantemente, nos bastidores, dificultame anulam as ações dos ministérios públicos e pressionama Justiça,para favorecer julgamentos de corruptos. O mensalão é um exemplo vivo na cabeça dos brasileiros.O atual Maquiavel produzido pelo sindicalismo do ABC paulista é a asa negra da presidenta Dilma. Em benefício da Nação brasileira ela tenta voar rumo à independência política, mas sua asa negra não permite e a mantém presa ao seu anzol político.

A infraestrutura econômica sucateada, aliada àcomunhão do crescimento do estoque da dívida pública com o endividamento da população,está comprometendo o parque industrial brasileiro e o salário e emprego dos trabalhadores. Isto inevitavelmente provocará uma bolha inflacionária, que poderá estourar no segundo semestre de 2014 e comprometer a administração governamental, a partir de 2015. Bancos não emprestam dinheiro a clientes com saldo negativo em conta-corrente, porém, bancos federais emprestarão se a presidenta Dilma mandar, porque é ano de eleições. Infindáveis empréstimosforam concedidospor meio da expansão monetáriano sistema público bancário, que gerarão inflação econômica, em médio prazo (até 12 meses) ou em longo prazo (acima de 12 meses). Se as demais instituições financeiras privadas continuarem na mesma trilha, o volume de reais em circulação se multiplicará mais ainda,pela expansão monetária, tendo, a posteriori, a recessão econômica. Inevitavelmente, isso causará a inadimplência dos tomadores de empréstimos. Na sequência,os bancos restringirão o créditocom o correspondente aumento das taxas de juros. Isto gerará mais inflação com aumentos de custos industriais e majoração de preços dos produtos. O poder aquisitivo da população será reduzido. As atividades industriais e comerciais decairão, provocando aumento do número de desempregados. Para manter ilusoriamente o poder aquisitivo da população é possível, durante alguns meses, ao Banco Central e ao sistema bancário manter artificialmente a economia brasileira no patamar de equilíbrio, porque eles têm capacidade de multiplicar a moeda, expandir o meio circulante. Isso não vai perdurar por mais de doze (12) meses.

Existe um ditado popular que diz: “Dinheiro não dá (não frutifica) em árvore.”. No sistema bancário não frutifica, mas se multiplica exponencialmente em teclados de computador, no Banco Central epelos operadores de cada banco brasileiro. Para isso, basta o Comitê de Política Monetária reduziras alíquotas de Reserva Fracionária – Depósito Compulsório. Eis alguns dados queforam extraídos nositewww.bcb.gov.br (Banco Central do Brasil – Bacen), que comprovam isso. No final do mês de outubro de 2013, osaldo acumulado (estoque) de dinheiro cunhado (moedas) e impresso (notas) na Casa da Moeda do Brasil,que está circulando na economia brasileira e sendo controladoem conta no Bacen, foi de R$ 211,1 bilhões. Entretanto,esta base exclusivamente monetária (restrita) foi ampliada para R$  4.388,6 trilhões. Significa queela foi expandida em 20,79 vezes, o que representa93,09% do PIB, de R$ 4.714,3 trilhões,no referido mês (dados preliminares do Bacen). Isto comprova que valores emdinheiromeramente escriturais foram digitados e creditados em contas bancárias, no montante de R$ 4.177,5 trilhões, no Banco Central e nas instituições bancárias brasileiras, espalhadas no Brasil e no exterior. Para agradar os brasileiros, especialmente a classe política, o ministro da Fazenda, em ano eleitoral e por pressões eleitoreiras, pode convocar o Copom – Comitê de Política Monetáriapara expandir ainda mais a moeda escritural. Afinal, tomar dinheiro emprestado em bancos ou tirar cartões de crédito é fácil. Os políticos os recebem em suas luxuosas residências – mansão ou apartamento tríplex. O povão os recebe em casas populares financiadas em 360 meses ou em singelos barracões. Os políticos brasileiros gostam muito de gastar, de esbanjar o dinheiro público e passear de avião, especialmente em velhos jatos da FAB, embora reformados pela Embraer e muito conservados, que a Nação brasileira mantém.

Ao se analisar os ativos de cada banco brasileiro, pela ordem,estes são os dez maiores: Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, BNDES, Caixa Econômica Federal, Santander, HSBC, Votorantim, Safra e BTG Pactual. Na sequência,estãoo Citibank e oBanrisul. Como o BNDES não é um banco comercial, porque não opera com pessoas físicas, pode-se concluir que o sistema bancário brasileiro é extremamente concentrado. Promessas doMinistro da Fazenda em reduzir taxas de juros esbarra com a vontade dos bancos privados brasileiros em não reduzir as suas. Não existe livre concorrência em nosso sistema bancário, mas, sim, um cartel de apenas dez (10) bancos privados. Éeste reduzido cartel que estabelece tais percentuais.O lucro anual de cada instituição bancária ultrapassa a casa de alguns bilhões de reais. Como a taxa do risco de inadimplência está embutida na taxa de juros cobrada pelos bancos comerciais, os bons clientes são espoliados com as mesmas taxas contratuais altas dos maus pagadores, para compensar o possívelcalote futuro que eles poderão dar.Um dos títulos públicos federais é remunerado pelaTaxa Selic que,a partir de janeiro de 2014,é de 10,0% ao ano. Então, porque a Nação brasileira é obrigada a pagar taxas abusivas, de 8%, 10%, 12%, ao mês? Simplesmente porque o Ministro da Fazenda não manda, não apita nada no Setor Privado Bancário, e o Cartel de 10 bancos privados não aceita a sua imposição. Em teoria, o sistema bancárioé rigorosamente controlado pelo Banco Central. Quantas instituições bancárias naufragaram por causa da corrupção, especialmente os bancos públicos! Isto prova que o controle é muito falho e sofre fortíssima ingerência política! De quem? Claro que é do titular do Ministério da Fazenda ao qual a autarquia é vinculada! Na realidade, nos países capitalistas, socialistas e comunistas,esse banco existe para possibilitar o endividamento público. No caso brasileiro, a Secretaria do Tesouro Nacional emite uma série de títulos públicos federais, os quais são colocados no mercado ecotadosem pregões na Bolsa de Valores de São Paulo. No mercado primário (lançamento), esses títulos só podem ser adquiridos pelos chamados “dealers”. Atualmente, os dealers são as 12 maiores instituições financeiras selecionadas – bancos brasileiros e corretoras de valores mobiliários. Na segunda fase, essas instituições podem revendê-los no mercado secundário, caso em que o Banco Central do Brasil precisa participar do leilão.Quando os lances não cobrem o valor mínimo exigido no pregão, o Banco Central compra os títulos apregoados, porque é o único garantidor, o avalista fiduciário de títulos públicos federais.

No apagar das luzes em 2012,o Ministro da fazenda aumentou a meta da taxa Selic para tornar mais atrativo o lançamento de novas LFTs – Letras Financeiras do Tesouro Nacional, único título público emitido que é remunerado pela Selic, atualmentede 10,0% a.a.,e mais os juros constitucionais de 6% a.a. Os demais títulos federaistêm remuneração distinta. Em consequênciadeste novo percentual, o cartel bancário vai aumentar ainda mais as taxas de juros para a população, a partir deste mês em curso. Quem provoca a inflação e a bagunça na economia brasileira é uma parte da elite política, a que corrompe edesgasta o patrimônio da Nação e provoca mais endividamento.Parcelas substanciais do patrimônio público,o dinheiro arrecadado pelos governos sob a forma de tributos, federais, estaduais, municipais, foram desviadas (roubadas)e redirecionadas para contas secretas em paraísos fiscais.Os políticos corruptos, para fraudar o fisco e mascarar a sua corrupção, compram valiosos imóveis e exigem aos vendedores transferir suaspropriedades em cartórios com valores de compra e venda irrisórios. Isto é para adequar sua renda oficialao seu crescimento patrimonial, na Declaração de Imposto de Renda Pessoa-Física, e não cair na malha fina. E o que acontece com eles? Nada, porque embora prestem contas à Justiça Eleitoral, não a prestam à Justiça Cível nem à Justiça Criminal, porque não existe denúncia e investigação! Os políticos corruptos dão seguidosnós nas autoridades constituídas e o povão paga as suas dívidas, afinal, foi quem os elegeu e deve pagar pelo erro!



Publicado em: 06/01/2014         Fonte: Diário da Manhã         Postado por: Ronnie de Sousa

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