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Taxa Selic: as várias opiniões do mercado

Inflação impulsiona Selic e dólar pressiona taxa em 2014, afirma FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) avalia que as constantes oscilações do IPCA, em níveis acima de 0,5% ao mês, pesaram na decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). Nesta quarta-feira, o Comitê aumentou a taxa de juros pela sexta vez consecutiva, fazendo com que a Selic voltasse ao patamar de dois dígitos pela primeira vez em 20 meses. A alta de 0,5 ponto porcentual elevou a taxa para 10%. 

O atual nível da Selic representa juro real de 4,25% -- a inflação acumulada pelo IPCA é de 5,5%. Apesar de o juro real ser elevado diante do fraco desempenho econômico, a FecomercioSP entende que a decisão do Copom foi necessária para o combate da inflação. 

A entidade estima que a escalada da Selic só será interrompida quando a variação mensal do IPCA oscilar em torno de 0,3%, convergindo para o centro da meta de inflação, de 4,5%. De acordo com a FecomercioSP, a tendência de alta de juros mundiais em 2014 deve pressionar o câmbio, o que pode resultar em novas altas da Selic.

Nota Oficial da Força Sindical sobre a Taxa Selic 

O Copom (Comitê de Política Monetária) insiste no aperto monetário colocando a taxa básica de juros nas nuvens, e o Brasil permanece entre os países com as maiores taxas de juros do mundo. Esta opção trará consequências prejudiciais ao consumo, à produção e ao emprego. A medida demonstra a falta de convicção do governo com relação ao crescimento econômico e, sobretudo, com relação ao desenvolvimento econômico. Para a Força Sindical, a política monetária precisa ser subordinada ao projeto de desenvolvimento do País, e não o contrário.

Combater a inflação é importante, sim. Mas parece que o crescimento econômico foi deixado para depois. Resta saber para quando? Enquanto isto, a economia não sai do lugar. O governo deve ousar e buscar alternativas de médio e longo prazos, fugindo das armadilhas do curto prazo. Na economia real, o trabalhador amarga taxas de juros extorsivas que, na média, chegam a 91,4% a.a. (out/13), maior taxa desde novembro do ano passado e que reduz o poder de compra da massa trabalhadora.

De que adianta os sindicatos batalharem por ganhos reais com taxas de juros exorbitantes? O aumento da Selic facilita as importações de um lado e reduz as exportações de outro. Em outras palavras, gera empregos no exterior e dificulta a venda de produtos brasileiros para outros países.

Para a Força Sindical, o governo reedita medidas paliativas que, no longo prazo, acabam por demonstrar a ausência de um projeto consistente e robusto de crescimento sustentado da economia.

Associação Comercial de São Paulo repercute decisão do Copom

A decisão do COPOM de elevar para 10% a SELIC era esperada pelo mercado, mas terá implicações negativas para as atividades econômicas, cujo ritmo vem desacelerando nos últimos meses. É preciso maior clareza e rigor da política fiscal, para que o Banco Central possa interromper a elevação da taxa de juros nos próximos meses e, inclusive, voltar a reduzir a SELIC aos patamares anteriores, diz ROGÉRIO AMATO, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom)

FIRJAN insiste em mudança urgente da política econômica

O retorno da taxa Selic aos dois dígitos é uma péssima notícia para o Brasil. Dificultará ainda mais a retomada do crescimento doméstico, principalmente se levada em consideração a perspectiva de redução da liquidez internacional em um horizonte próximo, quando o aumento do diferencial de juros exigirá novos aumentos dos juros básicos brasileiros. Soma-se a isso uma inflação persistentemente elevada e um contínuo aumento do déficit em conta corrente, que já se encontra no maior patamar dos últimos 11 anos. Nessas condições, fatalmente a economia brasileira continuará fadada a baixas taxas de crescimento. Por isso, o Sistema FIRJAN insiste em uma urgente mudança de estratégia no sentido de um superávit primário maior em 2014, obtido através da contenção dos gastos correntes.



Publicado em: 29/11/2013         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Ronnie de Sousa

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