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Os nossos impostos de cada dia

A cobrança de tributos para manutenção dos serviços públicos é secular.  O Estado arrecada os impostos que são aplicados em serviços para o bem comum da população, como: saúde, educação e segurança. Segundo o site, www.impostometro.com.br, a arrecadação tributária brasileira no ano de 2012 chegou a 1,59 trilhões de reais. Somente Goiânia arrecadou quase 3 bilhões de reais.

Em tese, toda a carga tributária deveria ser revestida em benefício aos cidadãos, considerando que se trabalham cinco meses ao ano para pagá-la, mas basta observarmos a estrutura e prestação dos serviços públicos em esfera federal, estadual e municipal para questionarmos a eficiência da gestão desses recursos financeiros.

Quantas vezes a população passa por momentos difíceis, talvez em risco de morte, em CAIS e hospitais públicos a procura de atendimento ambulatorial, internação ou remédios? E a segurança? Basta assistirmos ou abrirmos as páginas dos jornais para presenciarmos uma onda de violência que assola as cidades brasileiras. Faltam mais investimentos em segurança. A educação, por sua vez, também está precisando de estruturação e valorização dos seus profissionais, sem contar outros setores da gestão pública que estão deficientes.

É inconcebível que com tanto dinheiro nos cofres públicos, temos que pagar escolas particulares a nossos filhos para se ter uma educação de qualidade; aderir a planos de saúde para o bem estar da família; contratar agentes para a segurança de estabelecimentos comerciais e particulares; e, pagar pedágios  para se trafegar em rodovias conservadas. Quem nos deve oferecer todos esses serviços de qualidade, já que pagamos tantos impostos aos governos, é o Estado em seus níveis de atuação.

O que nos deixa indignados, é saber que parte dessas contribuições, cerca de 5% do PIB (Produto Interno Bruto), são degradadas por corrupção. Quem pratica estes atos deve saber o mal que está provocando aos cidadãos de bem. Quantas vidas foram ceifadas, por exemplo, por falta de UTIs, em acidentes de trânsitos provocados por rodovias danificadas ou crimes que acontecem por falta de uma melhor segurança pública? Esses recursos subtraídos poderiam estruturar melhor esses serviços e evitar muitas dessas fatalidades, auxiliar melhor as famílias e fazer a diferença na estruturação da sociedade de maneira geral.

É dever de todos nós, participarmos e acompanharmos, todos os processos políticos que geram as arrecadações e gestão das mesmas. Somos os principais interessados e beneficiados com essa atitude, só assim construiremos gestões mais participativas e fiscalizaremos melhor os destinos dos recursos públicos.

(Cícero J. Silva, professor da rede estadual de ensino, ambientalista, pós-graduado em Perícia Ambiental, Vice-presidente do PV e Secretário do IFAM. e-mail: professorcicero2012@gmail.com)



Publicado em: 11/11/2013         Fonte: Diário da Manhã         Postado por: Ronnie de Sousa

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