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Mesmo com risco menor, franquia deve calcular tributos

Por Dora Ramos*

Nos últimos anos, a possibilidade de ter um negócio com menor risco de falência vem motivando empreendedores a optarem por abrir franquias em vez de um novo comércio. Apesar disso, o franqueado deve calcular os custos antes de investir para evitar surpresas desagradáveis – fato este que não o difere de nenhum outro empreendedor.

Antes mesmo de iniciar a franquia, o empresário deve tomar cuidado com todos os custos envolvidos nesse processo. Ele deve saber, por exemplo, que terá de pagar três taxas, cujo valor é estipulado pela rede franqueadora: a primeira delas é a taxa de franquia, um valor fixo pago no momento em que ele adere à rede franqueadora; e as outras duas, de royalties e de publicidade e propaganda, devem ser pagas mensalmente a partir de um valor fixo ou de uma porcentagem do faturamento mensal.

Além das taxas, os impostos também devem ser previamente analisados. No caso das franquias com faturamento anual abaixo de R$ 3,6 milhões, são exigidos os tributos do Simples Nacional, regime especial de tributação para pequenas e médias empresas que recolhe diversos impostos de forma consolidada – ou seja, todos os impostos são unificados.

Apenas para enumerar ao franqueado não enquadrado no Simples Nacional, as despesas tributárias que terá de arcar são as seguintes: IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano); contribuição para o PIS (Programa de Integração Social); COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social); CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido); IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica); ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviços); e ISS (Imposto Sobre Serviços).

De acordo com dados do Sebrae, 80% das empresas fecham em um período de cinco anos, enquanto que, no caso das franqueadas, esse número cai para 15%. Entre outros fatores, essa redução no risco de falência se deve ao fato de que uma franquia geralmente já possui certa bagagem positiva, como uma marca consolidada e a orientação do franqueador, que já conhece o mercado em questão e direciona os novos empreendedores em relação a aspectos como localização, marketing e atendimento.

Sendo assim, é importante analisar minuciosamente todos os tributos, taxas e outros tipos de gastos necessários no processo de abertura de uma franquia, sempre com a ciência da importância de um planejamento orçamentário antes mesmo de iniciar o procedimento. Desta forma, os riscos de falência certamente diminuirão.

* Dora Ramos atua no mercado contábil administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial. Para mais informações, acesse www.fharos.com.br



Publicado em: 13/09/2013         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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