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Micro e pequena indústria de São Paulo demonstra otimismo em agosto

Os dirigentes das micro e pequenas indústrias do Estado de São Paulo mostraram otimismo quanto a economia do país, Estado e setor de atuação, assim como em outros indicadores, segundo pesquisa do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi-SP). As expectativas quanto ao desempenho do setor nos próximos três meses também foram boas, a as avaliações dos governos Dilma Rousseff e Geraldo Alckmin foram positivas.

Entre os itens avaliados positivamente, destacam-se a avaliação dos governos federal e do Estado de São Paulo, o desempenho das empresas do setor da micro e pequena indústria, aumento na margem de faturamento, abertura de novas vagas, satisfação com a economia nacional e estadual, expectativas econômicas sobre inflação, emprego e poder de compra. Alguns fatores, entretanto, como a concorrência com produtos importados e o nível de inadimplência continuam a preocupar os dirigentes. “O cenário econômico dos industriais que atuam nessa categoria está melhorando, ao contrário do que se observa em outras categorias. Ainda assim continuaremos a reivindicar melhores condições tributárias que permitam concorrer confortavelmente com produtos importados”, afirma Joseph Couri, presidente do Simpi-SP.

Avaliação governamental

O governo Dilma Rousseff foi analisado positivamente, por 64% dos entrevistados, na pesquisa de agosto. Destes, 23% consideram seu mandato como ótimo ou bom (eram 12%), e 41% avaliaram como regular (contra 37%). As avaliações negativas no período decresceram. 35% avaliaram como ruim ou péssimo, contra 47% em julho.

O governo Geraldo Alckmin foi analisado positivamente, por 81% dos entrevistados, na pesquisa de agosto. No período, as avaliações como regular aumentaram em cinco pontos percentuais. Isto resultou em 55% dos apontamentos (em julho foram 50%). As indicações como ótimo ou bom tiverem 26% e ruim ou péssimo, 19%.

Panorama Econômico

Em agosto, 64% dos entrevistados pontuaram como positivo o desempenho da economia nacional. Destes, 20% avaliaram como ótimo ou bom, contra 13% observado na última pesquisa, e para 44% o momento foi regular, frente os 37% de agosto. Consideraram como ruim ou péssimo, 35% dos entrevistados, número que decresceu se comparado a avaliação de 48% do mês anterior.

Quando questionados sobre o desempenho da economia do Estado de São Paulo, 71% avaliaram positivamente, dos quais 26% responderam ótimo ou bom e 45%, regular. A mesma avaliação na pesquisa anterior apontou os resultados de 19% e 39%, como ótimo ou bom, e regular, respectivamente. Ruim ou péssimo obteve 28% dos votos na pesquisa, grande disparidade quando comparado aos 41% da pesquisa anterior.

A situação das empresas melhorou em comparação com julho. Entre os entrevistados, 48% avaliaram a situação de sua empresa como ótima ou boa, (eram 38%), 37% opinaram como regular (contra 42%) e 15%, como ruim ou péssima (eram 21%).

Inflação

Os resultados gerados quanto à expectativa da inflação mostram resultados otimistas. De acordo com a pesquisa, o número de dirigentes que acredita no aumento da inflação diminuiu. 11% acham que a inflação diminuirá, (em julho eram 5%). Os entrevistados que acreditam que a inflação aumentará também recuou. Foram 54%, contra 60% em julho. 33% acreditam que continuará como está, número semelhante ao observado na pesquisa anterior.

Faturamento

A satisfação com o faturamento das empresas também foi positiva. A pesquisa mostrou que 32% dos dirigentes avaliaram como bom ou ótimo (eram 27%), 39% avaliaram como regular (contra 43%) e 26%, como ruim ou péssimo (eram 31%).

Abertura de vagas

O índice de abertura de vagas também contribuiu para o otimismo do setor. Na pesquisa, 16% das empresas pretendem abrir novas vagas em agosto, contra 10%, em julho. A pesquisa mostrou também que apenas 3% das empresas pretende fechar vagas no próximo mês, contra 4%, em julho.

Inadimplência

O item ainda continua a preocupar 57% das empresas da categoria econômica da micro pequena indústria, segundo os indicadores de agosto (em julho eram 55%). Destes, 34% acham que a inadimplência é muito preocupante e para 23%, pouco preocupante.

Concorrência com importados

Um dos pontos que continua a incomodar os dirigentes das micro e pequenas indústrias é a concorrência com produtos importados. De acordo com a pesquisa, 78% dos entrevistados consideram a situação desfavorável para seus produtos, frente os importados (em julho eram 75%). 9% disseram que as condições são iguais para todos os lados (eram 16%), e 11% consideram as condições favoráveis para seus produtos e desfavoráveis para os importados (eram 6%).

A pesquisa do Indicador de Atividade das Micro e Pequenas Indústrias de São Paulo, encomendado pelo Simpi-SP, foi realizada entre os dias 12 a 26 de agosto, com 313 micro e pequenas indústrias paulistas. São consideradas micro as que empregam até 9 funcionários, e pequenas, de 10 a 50 trabalhadores registrados. 

 A íntegra das seis pesquisas realizadas para o Simpi-SP, desde março, estão disponíveis no site da entidade (www.simpi.org.br).



Publicado em: 10/09/2013         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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