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Convocação geral

A decepcionante produção industrial de março e as indicações de que a economia continuou fraquejando no segundo trimestre mais que justificam a carregada agenda da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira. Dilma marcará posição em todas as frentes. Consumirá sua tarde com parlamentares, sindicalistas e empresários. Todos os segmentos devem ser mobilizados em torno da cruzada por mais crescimento. E não poderia haver dia melhor para o governo derrubar a limitação à queda maior da taxa básica de juro, que é a estrutura atual de remuneração da caderneta de poupança. Ao propor mudança nas regras da poupança, o governo reforçará o sinal já captado claramente pelo mercado: o juro cairá ainda mais.

A presidente Dilma elencou hoje de forma direta, em discurso na posse do ministro do Trabalho, os três alvos da segunda metade do seu governo. Primeiro, o país precisa de juros compatíveis com os praticados no mercado internacional. Segundo, a taxa de câmbio não deve ser “amarrada” pela política monetária dos países desenvolvidos. Terceiro, a carga de impostos deve ser mais baixa.



Publicado em: 04/05/2012         Fonte: Postado por: Angela Bittencour         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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