NOTÍCIAS

bakirkoy masaj evde masaj istanbul masaj masaj xnxx video ensest hikaye
PMEs concentram geração de emprego

As micro e pequenas empresas estão bancando a geração de empregos do Brasil. Os últimos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), comprovam que o segmento tem compensado a redução do ritmo de contratação das grandes empresas, apontando para uma Tendência na economia.
 
Foram gerados, em abril, 140,2 mil empregos pelos negócios, ante a geração de 52,7 mil empregos nas médias e grandes. No acumulado de 13 meses, entre abril de 2012 e abril de 2013, o saldo Líquido de empregos (empregos gerados e demissões) foi 948,7 mil, dos quais 99% foram dos pequenos negócios, e 5,4 mil das médias e grandes empresas. O restante, os 2,2 mil empregos do período foram gerados pela administração pública.
 
"Os resultados positivos nos últimos anos comprovam que os pequenos negócios continuarão contratando e crescendo, sendo eles os motores da Economia interna", afirma Luiz Eduardo Pereira Barretto Filho, presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O universo dos pequenos soma mais de sete milhões de empresas, representando 99% do total de empresas do país. Elas são responsáveis por 25% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 40% da massa salarial.
 
Segundo Barretto, as médias e grandes empresas, em geral, estão sendo mais afetadas pela crise econômica mundial, uma vez que respondem pela quase totalidade das exportações brasileiras. "Com o acirramento da concorrência externa e com a queda das exportações, essas empresas têm reduzido o ritmo de contratações", explica. Os pequenos negócios têm tirado proveito da atual Conjuntura econômica, que dá vantagens ao mercado interno, do qual eles dependem. Apenas 1% do segmento exporta. "No auge da crise mundial, apenas as micro e pequenas empresas contrataram no Brasil", afirma o presidente do Sebrae.
 
Outro fator que fomenta o crescimento do emprego nesse segmento é a ascensão da classe C, que além de consumidora se transformou em empresária, segundo Márcio Iavelberg, consultor da BlueNumbers, especialista em micro e pequenas empresas. Pesquisas do Sebrae registram que 55,2% dos empresários dos pequenos negócios são da classe C, e 37,5% estão nas classes A e B. Apenas 7,3% são das classes D e E.
 
Iavelberg avalia que a elevação do nível de renda e do poder de consumo da classe C estimulou-a a partir para a realização do sonho de ter um negócio próprio. "A classe emergente quer ter uma vida melhor para poder melhorar as condições para a família", analisa. Segundo ele, o entendimento é de que negócio próprio, mais do que um emprego, permitirá a elevação dos padrões econômicos. Por isso, é o grande sonho dos brasileiros, diz ele, com base em dados da pesquisa anual da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que em 2012 registrou 44% de brasileiros sonhando com o negócio próprio. No mesmo universo dessa pesquisa, apenas 25% das pessoas desejam fazer carreira em uma grande empresa.
 
Para o consultor, o crescimento das franquias no Brasil nos últimos anos, na ritmo de mais de 15% desde 2009, está relacionado com o crescimento da geração de empregos pelos pequenos negócios. "Com a franquia, o empreendedor não precisa começar do zero, pois ela define um modelo de negócio, facilitando a implantação do empreendimento por ter público e processos definidos, comunicação visual e outros fatores", analisa. Nesse ano, é esperado um aumento das franquias de 16%, diz Márcio.
 
O consultor da BlueNumbers acredita que o emprego nas pequenas empresas tenha um papel importante na formação da mão de obra brasileira. Apesar de os salários não serem tão altos em relação aos da grande empresa, há vantagens, como desfrutar de relações hierárquicas menos rígidas e formais, além da percepção de participar mais efetivamente da condução da empresa. "Em relação aos benefícios sociais, o empresário do pequeno negócio apenas descumpre obrigações tributárias quando seu negócio está ameaçado, caso contrário é cumpridor das regulamentações", afirma.
 
Clemente Ganz Lucio, diretor-executivo do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), analisa que o crescimento do setor de serviços, em detrimento da atividade industrial, também é parte integrante desse fenômeno de geração de empregos pelos pequenos negócios, especialmente nos últimos dois anos. "Isso é positivo, pois há geração de emprego e renda", diz. No entanto, ele lembra que o eixo estruturante da Economia é a atividade industrial, que sustenta o desenvolvimento e a Expansão da Tecnologia e da inovação. "A indústria é demandante de serviços", diz.
 
Para o diretor do Dieese, o segmento têm um grande desafio, que é incorporar a produtividade. "Para serem competitivas, as empresas pequenas precisam ganhar qualidade e produtividade, inclusive para poder prestar melhor serviço para as indústrias, gerando melhores resultados para esse setor", explica. Para enfrentar esse desafio é necessário que o poder público se volte para o segmento, desenvolvendo políticas públicas de estímulo à produtividade, finaliza.



Publicado em: 01/07/2013         Fonte: Fonte: Valor Econômico         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

Voltar

 

bursa escort
porno
porno
bodrum bayan escort