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Com o país mais atraente para investimentos, a adequação às normas internacionais de contabilidade é pré-requisito para empresas.

O Brasil está entre os três países mais visados para expansão dos negócios das empresas fora de suas sedes; com a intensificação das transações multinacionais empresas devem se adequar às Normas Internacionais de Contabilidade


O Brasil está entre os três países mais visados para a expansão dos negócios de empresas fora de suas sedes, numa lista que inclui mais de 60 economias de todo o mundo. Segundo dados da pesquisa "15th Annual Global CEO Survey", realizada pela PwC, o país subiu duas posições no ranking, passando na frente da Alemanha e da Índia. Somado a isso, muitas empresas brasileiras têm filiais em outros países e, com a intensificação das transações multinacionais, um procedimento se faz cada vez mais necessário, a convergência do padrão brasileiro às Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS - International Financial Reporting Standards).

Se antes apenas as empresas privadas eram obrigadas à realizar a adequação, a partir de 2012 os órgãos públicos também deverão adotar a nova regra. De acordo com o sócio-diretor da Alcatti, Alessandro Carvalho, o grande desafio dos órgãos públicos será a análise de todos os CPC´s para identificar aqueles que se aplicam ao negócio. “Outro desafio é criar procedimentos internos para que as novas regras sejam seguidas de forma clara, e, no caso de uma eventual auditoria desses órgãos, os auditores encontrem a ‘casa arrumada’ e emitam seu parecer sem ressalvas”, destaca.

As Normas Internacionais de Contabilidade começaram a ser adotadas pelos países da União Européia no final de 2005, mas só em 2007 o processo se iniciou no Brasil, quando companhias de capital aberto, instituições financeiras e seguradoras passaram a publicar as demonstrações contábeis adotando as novas regras do padrão internacional.

Com o advento da Lei 11.638/07, sancionada pelo Governo Federal Brasileiro, as chamadas sociedades anônimas de capital fechado e limitadas de grande porte, com ativo superior a R$ 240 milhões ou faturamento bruto anual acima de R$ 300 milhões, também passaram a ter obrigatoriedade de se adequar ao novo padrão. A lei não estabelece punição para as empresas que não a cumprem, por esse motivo, algumas delas ainda têm resistência em adotá-la.

De acordo com Alessandro Carvalho, o mercado financeiro não tem espaço para empresas que ainda estão fora do modelo vigente. “Para conceder crédito, por exemplo, as instituições exigem as demonstrações financeiras de acordo com o padrão IFRS, e, para isso, as empresas terão que seguir o processo de adequação. Além disso, a adoção das normas internacionais aumenta a confiança dos investidores, principalmente os internacionais”, explica.

Pequenas e médias empresas

Além das gigantes de capital aberto, as pequenas e médias empresas também tiveram que se adequar às novas regras. Em 2009, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) publicou um manual de contabilidade com 35 seções e mais de 200 páginas, para definir como deveriam ser feitas as prestações públicas e facilitar o entendimento em relação às IFRS. A Resolução 1.255/2009 tornou o referido CPC uma prática contábil e anunciou que as normas deveriam ser adotadas a partir de 2010.

Uma das justificativas é que as pequenas e médias empresas representam a maioria das companhias em atividades do Brasil. Segundo relatório de estatística publicado na época pelo IBGE, 89% das empresas tinham até nove pessoas empregadas. “Em segundo lugar, como o país já estava em evidência no cenário econômico, a padronização das demonstrações contábeis iria facilitar o entendimento de investidores estrangeiros, aumentando o fluxo de capital para as empresas brasileiras”, destaca Alessandro.

Segundo ele, as empresas brasileiras mais adequadas ao novo cenário serão, com certeza, as que terão acesso às melhores oportunidades. “E, para isso, as consultorias deverão estar bem preparadas para elaborar as demonstrações contábeis. Quanto maior a transparência e credibilidade das informações financeiras, mais práticas elas serão, permitindo a inserção das empresas brasileiras no mercado global”, ressalta.

Sobre a Alcatti

A Alcatti é uma empresa formada por profissionais capacitados e com larga experiência em consultoria e auditoria em companhias de diversos ramos de atividade: entidades financeiras, cooperativas, atacadistas, varejistas, indústria, comércio, engenharia, prestadores de serviços, entidades do terceiro setor, empresas spin-off´s, dentre outros. Com especialistas nas áreas contábil, financeira, tributária e jurídica, a empresa oferece serviços de alta qualidade em Auditoria, Consultoria Tributária, Perícia, Outsourching, Gestão de Pessoas, Consultoria Trabalhista e Previdenciária, Consultoria de Gestão e Treinamentos.



Publicado em: 01/05/2012         Fonte: Karla Lamounier - Portal Segs         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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