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IPO: quando é possível confiar na análise técnica para novos papéis?

SÃO PAULO - O IPO (Initial Public Offer) do BTG Pactual (BBTG11) ocorrido nesta quinta-feira (26) chamou a atenção do mercado. Uma das maiores empresas abrir o capital nos últimos anos, a expectativa é que o banco de André Esteves tenha um dos papéis mais negociados da bolsa brasileira nos próximos anos. Mas quando será que os traders podem começar a confiar nas sinalizações emitidas pelos preços de BBTG11?

A resposta é: depende do perfil do trader. "O ideal é que se tenha, no mínimo, 256 barras de informação, para começar a ter um padrão técnico confiável. Mas cada analista enxerga o que quer, então alguns vão demorar mais que outros para entrarem nesse tipo de operação", afirma Ricardo Borges, diretor da Projeção Consultoria.

Como cada barra, ou candlestick, pode equivaler a um dia, semana, mês ou até mesmo a horas e minutos, um investidor pode demorar cerca de um ano, caso opere no gráfico diário, ou até mesmo três dias, caso seja um day trader com foco no gráfico de cinco minutos. Borges, porém, afirma não ter interesse em operar um papel antes de no mínimo um ano e seis meses, tempo que ele acredita ser suficiente para obter informações.

Diferentes estratégias
Já Leandro Martins, analista-chefe da Walpires Corretora, destaca os seis meses como um bom ponto para compreender o comportamento de um papel novo no mercado. "Assim, dá para entender o ritmo do papel, a sua volatilidade. Seis meses é um período interessante, até mesmo por conta dos ciclos de seis meses". O analista porém ressalta que é comum aparecer sinais mais cedo, que podem inclusive ser operados, como triângulos, que podem surgir com cerca de quinze dias, embora seja pouco recomendável.

Como a análise técnica é uma ferramenta, e os diversos trades diferem muito em sua aplicação, o natural é que essa pergunta seja, na verdade, uma pergunta para si mesmo. "Quem opera o cruzamento de longas médias móveis, por exemplo de 200 períodos, vai demorar muito mais que quem tem outros sistemas. Por que é no mínimo nesse período que pode começar a ter sinalizações de compra", afirma Borges.

Ideal é ter cautela
Por enquanto, o ideal é ter cautela e tentar evitar uma má operação. "Um papel novo até que é possível operar, mas sabendo que é mais arriscado. É bom entrar com bastante cuidado, com stop loss mais bem definido, bem disciplinado. Entrar menos exposto também é bastante importante", afirma Martins, lembrando que o manejo de risco é um importante aspecto da análise técnica - para evitar perdas superiores ao que um trader pode suportar.

Por sua vez, Borges destaca que não está interessado em operar essas "novidades". "Eu não entro em IPO. O BTG Pactual, por exemplo, atualmente é um tiro no escuro", afirma. Ele lembra que o padrão usual de um novo ativo no mercado é registrar queda logo depois de sua estreia na bolsa, o que ocorreu com a maioria das novas ações que iniciaram suas negociações nos últimos anos. Nesses momentos, é muito importante identificar a tendência do ativo para conseguir traçar de maneira efetiva uma estratégia.

Mesmo que o BTG venha a ser uma exceção, a maioria dos novos ativos registra uma correção após o início de suas negociações. Isso ocorre pelo altos múltiplos do ativo no momento da abertura de capital. "Muitas vezes o valor de uma empresa no início de suas negociações é muito acima do que ela deveria valer", afirma Borges.

Assim, o investidor precisa lembrar de uma velha máxima do mercado: "na atividade de trader, tão importante quanto saber o que fazer, é saber o que não". Evitar más operações, baseadas em informações ruins ou incompletas, é fundamental para que se obtenha consistência. Afinal, a movimentação do IPO não deve ser regra nas próximas sessões, e os investidores não devem esperar que isso permaneça imutável.



Publicado em: 27/04/2012         Fonte: Infomoney         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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