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O Brasil está bem ou mal?

São Paulo - Jano era o deus de duas faces da mitologia romana. Uma face olhava para o passado, e a outra, para o futuro. Quando uma mentia, a outra dizia a verdade — e, assim, um interlocutor jamais obtinha uma resposta assertiva para perguntas como: afinal, estou certo ou errado?

Por séculos, Jano foi uma figura popular na cunhagem de moedas de bronze — que, como ele, têm dois lados. E é até hoje invocado para designar situações ambíguas, em que as dúvidas se sobrepõem às certezas. É exatamente assim o Brasil de hoje.

Por um lado, boas notícias não nos faltam. O país chegou ao patamar invejável das economias com pleno emprego. Aproximadamente 35 milhões de pessoas ascenderam ao mercado consumidor desde 2003. Regiões mais atrasadas finalmente parecem ter saído da letargia.

É a face do Brasil que dá certo. Mas há outro lado da moeda que causa preocupação crescente. Em 2012, a produção industrial e o investimento minguaram. E o crescimento do PIB nos últimos dois anos perdeu gás — crescemos apenas 0,9% em 2012.

Neste ano, a economia começa a retomar o crescimento, mas ainda de forma tímida e desigual — a média das previsões é de uma expansão de 3% em 2013. Diante desse quadro, a pergunta é inevitável: estamos mais para o Brasil do pleno emprego ou o da quase estagnação? Afinal, vamos bem ou mal?

A face feliz do Brasil é frequentemente exaltada nos pronunciamentos oficiais. Recentemente, a presidente Dilma Rousseff reafirmou a melhora da distribuição de renda, o desemprego baixo e o resgate de 20 milhões de pessoas da extrema pobreza.

Metade da população brasileira está hoje na classe média e pode se entregar a desejos antes represados, como a compra de uma TV de alta definição, um pacote de férias ou uma refeição fora de casa.

É comum as empresas nesses mercados apresentarem números de deixar chineses com inveja. Foi assim com a International Meal Company, dona de redes de restaurantes como Viena e Frango Assado. Sua receita aumentou 30% em 2012. “Foi o melhor ano de nossa história”, diz Neil Amereno, diretor de relações com investidores da IMC. O setor de serviços, no qual a IMC atua, cresce à média de 3,5% ao ano desde 2005.

Mas uma parcela crescente do país não se identifica com esse Brasil sorridente. A infraestrutura em frangalhos, a carga de tributos acachapante, a burocracia paralisante e a educação de terceiro mundo seguem como inimigos do crescimento de muitos setores, em especial da indústria de transformação — o setor teve retração de 2,5% em 2012.



Publicado em: 20/03/2013         Fonte: Exame         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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