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Brasil é campeão de baixo desemprego e de alto custo do emprego

 

O mercado de trabalho no Brasil continua muito bem, obrigado. Mesmo mostrando alguns sinais de desaceleração, principalmente nos empregos com carteira assinada, a taxa de ocupação da população segue aquecida e não deve ceder durante o ano. O que também não cede no país há muitos anos é o custo de empregar um trabalhador.
 
Um estudo feito pela consultoria inglesa de negócios e contabilidade, a UHY International, calculou a taxa de impostos pagos por um posto de trabalho, de acordo com faixas salariais. Nós somos os campeões da lista. Segundo a UHY, a taxa média dos 25 países pesquisados – membros do G7 e BRIC’s incluídos – é de 23% do salario bruto do trabalhador, com contribuições sociais e outros impostos.
 
Para um empregado com salário de cerca de R$ 60 mil por ano (em torno de R$ 4.600, com 13 salários), os empregadores brasileiros pagam 57,56% de impostos. Para o mesmo nível de rendimento anual, as empresas na Índia pagam 3,67% de impostos. No México, mais perto de nós e atual concorrente do Brasil na atração de investidores internacionais, aquele mesmo trabalhador custa 22,63% em taxas.
 
“O Brasil tem sacrificado os custos de emprego mais baixos por impostos pessoais ou indiretos mais baixos. Isso pode ser um impulso para a economia do consumidor, mas esse equilíbrio poderia prejudicar a criação de empresas e empregos novos que são necessários para manter o crescimento econômico sustentável “, diz Ladislav Hornan, presidente da UHY, no relatório divulgado pela consultoria.
 
O governo de Dilma Rousseff está trabalhando para reduzir um pouco esse custo, desonerando a folha de pagamento de dezenas de setores. Mais para frente, será possível saber se conseguimos perder a liderança dessa lista tão negativa.
 
Enquanto isso, é exatamente esse custo altíssimo que vem mantendo o nível de emprego elevado no Brasil.
 
Para escapar dos impostos pagos na demissão, muitas empresas aguardam a retomada da economia mantendo os empregos. Isso resultou em queda da produtividade nos últimos anos, o que distancia o país de uma retomada mais robusta da atividade no curto e médio prazos. Esse oxigênio das empresas está terminando, prova disso está na recente queda de contratação na indústria e nos postos com carteira assinada.
 
Nas tantas listas que consultores e pesquisadores confeccionam mundo a fora, o Brasil oscila entre campeão de boas e más características. Em tempos de altíssimo desemprego nos países ricos, nós podemos posar de campeões sem constrangimento, com a invejável taxa atual de 5,5% de desemprego.



Publicado em: 28/02/2013         Fonte: G1         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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