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Motivações para alcançar os resultados

 

Por:  Daniel M. Gil *
 
Estamos no início de mais um ano e refletindo sobre o momento e a trajetória que se inicia, levando em consideração as leituras diversificadas que me conduziram ao exercício das reflexões, considerando os que levaram a fizer e os que não fizeram planejamento das suas atividades, tenho me perguntado: o que nos leva a alcançar os nossos resultados? As buscas dos resultados são motivadas por quais razões?
 
Segundo o dicionário, o “resultado” é uma consequência, isto é, estabelecida por premissas e ações de como alcançamos os nossos desejos ou intenções. Se observarmos alguns sucessos conquistados por pessoas ilustres e em diferentes atividades, existe uma premissa inicial que motivou o resultado alcançado ou o sucesso reconhecido.
 
Entre as minhas últimas leituras, passaram pelas minhas mãos livros de diferentes gêneros e estilos, entre os quais destaco: Brasil 82, de Paulo Roberto Falcão, Biografia do músico Eric Clapton, algumas obras sobre espiritualidade, cultura indiana, a frieza de números e dados estatísticos, etc.
 
Quando um músico como Eric Clapton, com uma qualidade e sensibilidade extremamente apuradas e que ao longo da vida buscou o aperfeiçoamento de sua técnica e o seu desenvolvimento permanentemente como músico, qual foi o resultado alcançado? Foi o reconhecimento de seu talento único entre os demais guitarristas, ao ponto de ter sido chamado “Deus da Guitarra”, uma superioridade construída naturalmente.
 
Por trás deste desejo e de muito estudo estavam o amor pela música e pelo instrumento, isto é, a dedicação ao seu ofício. O resultado alcançado é o sucesso e o reconhecimento de várias gerações amantes da música. A consequência disso foi a de ser um ícone no instrumento. Ter alcançado uma compensação financeira que o possibilite uma vida tranquila se deu de forma indireta e compensatória, visto que nem todo músico consegue viver de sua arte.
 
O livro “Seleção de 82” apresenta um exemplo similar e, inclusive, com muitos relatos interessantes para quem gosta de futebol e tem boas recordações dos jogos da Copa do Mundo da Espanha de 82. Foi a única vez em que me motivei a comprar uma camisa de futebol, nunca mais fui persuadido a empenhar as minhas economias numa lembrança futebolística. Foi um time que não ganhou a Copa e mesmo assim é umas das seleções reverenciadas em todos os tempos, como outras grandes que marcaram as copas do mundo.
 
Era um time mágico, jogava nos dois toques, com várias estrelas e o livro relata que por trás dos jogadores e do treinador estavam a paixão e a dedicação pelo esporte, a crença de suas convicções de escolherem e definirema forma de jogarem futebol, atuando com total comprometimento aos seus ofícios de forma transparente, sincera e com qualidade técnica, de acordo aos seus conceitos de futebol.
O resultado, como diz no final do livro foi, apesar de não terem ganhado a Copa do Mundo, ganharam um lugar na história do futebol mundial.
 
Em termos de crença ou de espiritualidade, tem uma definição feita por Deepak Chopra em que escreve em um de seus livros que: “as escolhas conscientes, são escolhas baseadas na felicidade e para os que o rodeiam... O futuro é gerado pelas escolhas que se faz em cada momento, colherás aquilo que semearás.”
 
Diz ainda: “a intuição é manifestada no coração, coração tem as respostas para as suas escolhas conscientes.”
 
Reconheço que é uma questão muito peculiar e particular de crença, entretanto, conciliando com minhas experiências na consultoria empresarial acredito que quando se faz um planejamento e se estabelece uma meta a ser atingida, devemos estar baseadas em premissas que promovam o alcance dos resultados sustentado por um desejo de oferecer um produto que atenda ao cliente, levando-o a sua satisfação.
 
A técnica e as informações bem utilizadas vão nos subsidiar o desenvolvimento do caminho a ser estabelecido.
O resultado pode vir a ser uma vantagem competitiva no mercado em que se atua, reconhecimento por parte dos consumidores e atendidos. As consequências podem ser: o crescimento da operação, referência no mercado de sua atuação.
 
A atividade fim de uma organização é ajudar e contribuir com as outras pessoas oferecendo ao mercado produtos e serviços que satisfarão os desejos de quem os procura. As consequências não são definidas, serão reflexos das suas ações e resultados.
 
Penso que este deve ser o foco a fazer parte nos planejamentos e premissas das atividades fins das organizações para atender os desejos de quem procuram por produtos ou serviços.
 
Esta é uma visão muito particular, cada um deve ter suas crenças e convicções. Apenas desejei compartilhar e contribuir com esta minha reflexão sobre o que nos motiva a alcançar os resultados
 
* Daniel M. Gil é Economista e Consultor da Gerencial Auditoria e Consultoria

 



Publicado em: 23/02/2013         Fonte: Daniel M. Gil         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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