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Inflação em alta ameaça a salutar queda dos juros

 

Dizem que ciência econômica não é ciência, tal o número de fatores que podem influenciar o comportamento da sociedade e dos agentes econômicos. Se Dilma Rousseff tem um mérito, este é o de impor, a todo custo, queda nos juros. Essa política hoje é reverenciada, mas esteve sujeita a enorme descrença. Pois essa política pode estar com os dias contados. Os números de inflação de janeiro foram terríveis. Tudo aponta para inflação em torno de 6%, muito alta ante um mundo em crise e para um Brasil que cresceu apenas 1% em 2012. Nesse ambiente, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, deixou transpirar, em círculos empresariais, que, se nada melhorar, será obrigado a elevar os juros.
 
Seria uma pena, pois um país com trauma de juros altos está passando por uma fase de juros baixos em sua taxa básica e essa benesse deveria durar algum tempo. Os dados da inflação em janeiro foram ruins e só não foram piores porque o governo pediu para grandes cidades não elevarem - por enquanto - as tarifas de ônibus e a queda na energia empurrou para baixo, em 0,4%, a inflação - sem o que o resultado seria desastroso. Mas não se pode esquecer que a qualquer momento o mercado internacional pode decretar valorização dos produtos agrícolas e, em energia, é questão de tempo que o uso de energia térmica implique alta nos valores cobrados dos consumidores. Portanto, as perspectivas quanto a inflação e juros não são boas.
 
E, por último e não menos importante, deve-se constatar que a queda da Selic foi altamente positiva, mas que comércio, indústria e os cidadãos continuam a pagar juros estratosféricos. Os dados mais recentes da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) comprovam isso. As pessoas jurídicas são oneradas com 30,1% no desconto de duplicatas e 91,2% na conta garantida; para pessoas físicas, o empréstimo pessoal custa 41,4 % nos bancos e 124,2% nas financeiras e o cheque especial onera o cidadão em 145,4%. Embora em baixa, o campeão é o cartão de crédito, com juros médios anuais de nada menos de 192,9%. No momento em que a indústria se defronta com enormes dificuldades, alta dos juros básicos seria uma péssima novidade - principalmente porque os juros para pessoas e empresas continua altíssimo.
 
Turismo argentino
 
Pela primeira vez em dez anos, a Argentina teve déficit no balanço turístico. Em 2012, os que deixaram o país gastaram mais U$ 89 milhões do que os visitantes de fora. O fato está tendo interpretação dúbia. Os críticos do governo lembram que o dólar paralelo está perto de 8 por peso, quase o dobro do valor do câmbio oficial, e, com isso, avizinha-se uma crise cambial.
 
Já os adeptos de Cristina Kirchner lembram que se falava em proibição de ir ao estrangeiro e que a divulgação desse déficit confirma o liberalismo do governo. Os dados são de fonte oficial, o Indec, mas aprovados por entidades independentes.
 
Israel
 
Israel aprovou Henrique da Silveira Sardinha Pinto como embaixador do Brasil. Essa designação ainda deverá ser submetida à apreciação do Senado - que raramente nega uma pretensão do poder Executivo. Brasil e Israel mantêm relações diplomáticas desde 1949.
 
Em dois casos recentes, o Senado aprontou. No Governo Lula, a câmara alta vetou a indicação de Luiz Alfredo Salomão para a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e, há pouco, o Senado impediu que Bernardo Figueiredo obtivesse segundo mandato como diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
 
No primeiro caso, dizem que foi José Sarney que agiu nos bastidores e, quanto a Figueiredo, o veto foi expressamente defendido pelo dinâmico e polêmico Roberto Requião. Em ambos os casos, os vetados tiveram sucesso posterior: Salomão foi em seguida nomeado para a Secretaria de Assuntos Estratégicos e Figueiredo é hoje o todo-poderoso presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL).
 
CPLP
 
O secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Murade Murargy, de Timor Leste, declarou que o mundo mudou e a entidade não pode continuar estática. Participam da CPLP, além de Brasil, Portugal e de Timor, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Brasileiros que ingressam em Portugal comprovam que há guichês especiais para membros da União Européia, mas que a facilidade para pessoal da comunidade dos lusófonos está desativada.
 
Com tantas mudanças mundo afora, quem também faz jus a uma adequação é o Mercosul. Nem de longe é um mercado comum, e a demora na assinatura de acordos de comércio torna a entidade ultrapassada.
 
Alô, Serasa
 
A inflação está em alta e a Serasa Experian alerta: "Como nas empresas, o orçamento doméstico é um instrumento fundamental para uma família planejar seus gastos, estabelecer prioridades e evitar o super-endividamento e a inadimplência". E acrescenta: "De acordo com os economistas, é essencial que esse controle seja permanente e que até os centavos com gastos pequenos, a exemplo do cafezinho e do pão de queijo, sejam controlados".
 
Claro, tudo é importante, mas, com todo respeito, não será cafezinho e pão de queijo que irá desbalancear orçamentos domésticos. A questão está no IPTU, mensalidades escolares, aluguel e, como sempre, juros bancários e especialmente juros dos cartões de crédito.



Publicado em: 21/02/2013         Fonte: Monitor Digital         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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