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Número de novas empresas cai 12% no País em 2012


O número de novas empresas no Brasil caiu 12,68% em 2012 em relação ao ano anterior e em 13,5% no Paraná, puxado principalmente pela diminuição de 19,2% no setor industrial e de 18,6% no comércio nacional. Segundo o Perfil das Empresas Brasileiras, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), o fator que mais chamou a atenção foi a queda da representatividade da indústria, pela primeira vez na história, abaixo do nível de participação do agronegócio. Resultado que é creditado ao cenário internacional de crise econômica e à baixa competitividade dos produtos industrializados do País no exterior, principalmente pela alta Carga Tributária na produção.

Supervisor de Estatísticas e Inteligência Contábil do IBPT, Othon de Andrade Filho afirma que existe uma Tendência ao processo de desindustrialização em todas as regiões do Brasil. A concorrência externa, principalmente a chinesa, atrapalha as exportações nacionais e ainda prejudica as vendas internamente. Em momentos de crise econômica, ele diz que o agronegócio, forte no Paraná, acaba por ser um porto seguro, mesmo que o setor também tenha enfrentado queda e passado de 38.193 novos empreendimentos em 2011 para 36.337 no ano passado. "É um segmento (agronegócio) que se mantém estável, mas a indústria é que teve queda desproporcional."

Para o Economista Francisco José Castro, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento econômico e Social (Ipardes), é preciso lembrar que o agronegócio está vinculado à indústria. "As cooperativas, por exemplo, fazem o processamento de alimentos, então estão incluídas em ambos."

Com reduções percentuais em todos os setores pesquisados entre os dois anos, Andrade Filho acredita que a Carga Tributária e os impostos sobre a mão de obra sejam o principal problema para o empresário brasileiro, aliados à má aplicação de recursos públicos. Por isso, o supervisor diz que a culpa recai sobre o eleitor, que escolhe os governantes que patinam na hora de tomar decisões pela evolução econômica do País. "Os tributos têm de pagar os gastos sociais públicos, mas é preciso tornar a indústria nacional mais competitiva."

O diretor industrial da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) Ary Sudam, concorda com a necessidade de uma reforma tributária, mas acredita que os números refletem o desaquecimento econômico mundial. Por isso, crê que este ano será melhor. "Parece-me que 2013 nasceu com mais esperança e o meio empresarial está com expectativa mais favorável."

Castro e Sudam citam ainda o Crescimento econômico pequeno do País no ano passado, o que tira a confiança do empresário em investir em novos negócios. "O crescimento esperado de 1% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro mostra desaquecimento. Se não fosse a Produção da linha branca e de automóveis, que receberam incentivos, o PIB seria zero", afirma Sudam, que também é vice-presidente executivo da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

Metodologia

Andrade Filho lembra que a pesquisa do IBPT não considera o microempreendedor individual (MEI), que representa 0,5% do PIB nacional. Ele afirma que houve crescimento no segmento, principalmente porque representa um programa que busca a formalização de empresas. "Levamos em conta o empresário que gera mais PIB e mais empregos", diz. Os dados usados no perfil são divulgados pelas empresas, Receita Federal, secretarias da Fazenda e outras entidades de esfera econômica, estaduais e federais.

 




Publicado em: 07/02/2013         Fonte: Fonte: Folha Web         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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