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5 investimentos livres de IR que vale a pena ter na carteira em 2013


Fundos imobiliários, CRIs e ações são algumas aplicações sem IR indicadas para este ano

SÃO PAULO - A queda da taxa básica de juros para seu menor nível histórico faz com que os investidores busquem cada vez mais aplicações diferenciadas para conseguir uma rentabilidade interessante. Neste cenário, procurar investimentos isentos de IR (Imposto de Renda) faz cada vez mais sentido para os brasileiros.

Pensando nisso, especialistas ouvidos pelo InfoMoney listaram algumas aplicações que podem fazer diferença na sua carteira de investimentos este ano, por contarem com este benefício fiscal.

Fundos Imobiliários

Os fundos imobiliários são uma opção para quem tem interesse em investir no mercado de imóveis, principalmente em empreendimentos comerciais, já que permitem que investidor adquira cotas de fundos que detêm shoppings centers, edifícios comerciais de grande porte e outros empreendimentos imobiliários de sucesso, por valores acessíveis.

Em algumas aplicações financeiras, o leão do IR é mais manso (Getty Images)

Com a queda das taxas de juros, estes fundos foram a “vedete” do mercado em 2012 e trouxeram retornos elevados. Para 2013, especialistas afirmam que os investidores não devem esperar o mesmo desempenho, mas acreditam que a escolha ainda vale a pena. “Acreditamos que, de uma forma mais seletiva, este tipo de investimento deve ser interessante este ano”, aponta o diretor da Valore Investimentos Personalizados, Sérgio Quintella.

A questão tributária é um diferencial importante nestes fundos. Isto porque, se o investidor pessoa física tiver menos de 10% das cotas, o fundo tiver mais de 50 investidores e suas cotas forem negociadas exclusivamente em bolsa, o rendimento é isento de imposto de renda. “Os ativos financeiros ligados ao setor imobiliário são isentos de IR para pessoas físicas para facilitar o financiamento de projetos”, explica o especialista em finanças pessoais da MoneyFit, André Massaro. É importante lembrar que a venda das cotas com valorização não possui esta isenção – o investidor é taxado em 20% sobre o lucro da operação.

Entre as principais vantagens de investir em um fundo imobiliário e não diretamente em um imóvel está o fato de o fundo ter um gestor profissional, analisando as melhores opções do mercado. Além disso, você tem a possibilidade de comprar cotas de grandes empreendimentos por um valor muito acessível e a facilidade de negociação por meio da bolsa de valores.

Principais riscos:

Inadimplência :O inquilino do imóvel pode não pagar o aluguel ou pagar com atraso

Liquidez: O número de negócios com quotas aumentou bastante, mas ainda há fundos em que pode ser necessário oferecer algum deságio para vendê-las rapidamente

Mercado: O empreendimento pode perder valor e, portanto, afetar as cotas do fundo

Vacância: Um imóvel está exposto ao risco de passar por um período de desocupação

LCI

A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) é um título de renda fixa emitido por bancos e lastreado por empréstimos imobiliários. Os títulos podem ter rentabilidade pré ou pós-fixada e normalmente pagam um percentual do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), assim como o CDB. No entanto, a isenção de IR dá vantagem a este tipo de aplicação. “Uma LCI com taxa de 92% da taxa DI líquida significa uma taxa de 118,7% bruta, ou seja, seria como um CDB de 118,7% da taxa DI. Apesar do DI estar a patamares baixos, já que segue de perto a Selic, recomendamos este investimento para curto prazo”, pontua Quintella.

Outra vantagem é o fato da LCI ser garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o limite de R$ 70 mil. Isto quer dizer que, caso a instituição bancária onde você investe tenha problemas e, na pior das hipóteses “quebre”, o FGC garante até este limite aplicado. Po, para quem quer investir mais do que R$ 70 mil em LCI, a dica é optar por vários títulos de bancos diferentes. Assim, o investidor terá uma aplicação muito segura com um retorno elevado.

Principais Riscos

Crédito: A LCI tem o risco de crédito em caso de “quebra” do banco que emitiu o título. Entretanto, o fato deste investimento ser garantido pelo FGC até R$ 70 mil traz maior segurança para o investidor que respeitar esse limite.

Liquidez: A liquidez é a principal desvantagem da LCI. Isso porque, geralmente, só é possível liquidar a aplicação no vencimento do contrato, que costuma ter prazo de 90 a 180 dias.

CRI

Os CRIs são títulos lastreados em créditos imobiliários, cuja rentabilidade se baseia na venda de imóveis residenciais, comerciais ou de lotes urbanos e aluguéis de shopping centers e prédios comerciais. O rendimento, portanto, vai se basear nos créditos obtidos com operações de venda e compra a prazo, ou financiamento e locação de imóveis residenciais, comerciais ou industriais.

A isenção de imposto de renda para investidores pessoa física também é uma das maiores vantagens dos CRIs e o diretor da Valore ressalta que este é um dos investimentos de renda fixa que oferecem maior retorno atualmente. “É uma das modalidades de renda fixa mais rentáveis que existe. A rentabilidade normalmente é atrelada à inflação. Ou seja, o título paga uma taxa fixa mais a inflação apurada no período”, explica Quintella.

Um dos principais problemas para os pequenos investidores é que grande parte das emissões de CRIs é feita por meio da instrução CVM 476, que, entre outros pontos, exige que o investidor seja qualificado para participar da oferta (tenha no mínimo R$ 300 mil em investimentos e indique esta condição por escrito). No entanto, algumas emissões já são efetuadas tendo como base outra instrução da autarquia, que não exige qualificação dos investidores.

Principais riscos

Crédito: O CRI tem riscos de crédito do devedor do crédito imobiliário com lastro do CRI. Não há garantia do FGC para este tipo de aplicação.

Liquidez: Este tipo de título também enfrenta o risco de liquidez. Ou seja, se você precisar vender antes do vencimento, pode encontrar dificuldades, já que o mercado secundário deste tipo de aplicação ainda é pouco desenvolvido.

Debêntures de Infraestrutura

As debêntures são títulos de dívidas de empresas privadas. Ao adquirir este tipo de título, o investidor se torna credor da companhia emissora. Ou seja, quem compra uma debênture, na verdade, está emprestando dinheiro para uma empresa – e deve ser pago de volta com juros, independentemente de a empresa ter lucro ou prejuízo.

O especialista da MoneyFit ressalta que uma opção interessante neste momento são as debêntures de infraestrutura, enquadradas na Lei número 12.431, que isenta de imposto de renda os investidores pessoa física que participam da oferta. “Há alguns anos o governo isentou pessoas físicas de pagarem IR em debêntures que têm como objetivo financiar projetos de infraestrutura. É uma forma de facilitar o financiamento desses projetos , que são importantes para o crescimento do país, e também de indiretamente, popularizar as debêntures entre os pequenos investidores”, afirma Massaro.

Um ponto importante é que estes papéis costumam ter validade de médio a longo prazo, por isso é interessante adequar o prazo com o seu objetivo - a debênture tem baixa liquidez no mercado secundário, então, vender o título antes do vencimento pode ser bastante difícil.

Principais riscos

Crédito: As debêntures não possuem garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), ou seja, caso a empresa que emitiu a debênture tenha um problema e “quebre”, o investidor corre o risco de perder o valor aplicado. Por isso, o risco de crédito precisa ser bem analisado pelo investidor que pretende comprar uma debênture.

Liquidez: Outro risco que anda em conjunto com as debêntures é o de liquidez. Isso porque estes títulos dificilmente são encontrados no mercado secundário, ou seja, após a emissão inicial costuma ser bastante complicado encontrar debêntures para comprar ou vender. compra-las por este motivo.

Ações

Os investidores pessoa física também estão isentos de pagar imposto de renda sobre as transações no mercado de ações, desde que a soma das vendas no mês não ultrapasse R$ 20 mil - caso ultrapasse, a alíquota de IR sobre os ganhos é de 15%. Para as transações de day trade (compra e venda do mesmo ativo no mesmo dia), no entanto, não existe isenção e o investidor paga uma alíquota de 20% sobre o lucro auferido na operação, independentemente do valor da venda.

Para o especialista da MoneyFit, o mercado acionário é interessante para o investidor que pretende ter uma carteira diversificada em 2013. No entanto, ele ressalta que o investidor não deve comprar ações motivado apenas pelo benefício fiscal e sim com base em boas expectativas para o papel, após uma análise criteriosa. Além disso, é importante apostar em uma carteira diversificada, com papéis de setores diferentes. "É  uma questão de gerenciamento de risco", aponta.

Massaro também lembra que os ETFs (que permitem uma boa diversificação com pouco volume de dinheiro) não se enquadram na  regra de isenção de IR -o investidor que aplica nos fundos de índices pagam IR de 15% sobre o lucro obtido na venda das cotas, independente do valor negociado.

Principais riscos:

Mercado: O preço da ação varia conforme o mercado e, assim como o investidor pode ter ganhos elevados, também existe o risco de perdas.



 




Publicado em: 01/02/2013         Fonte: Por Diego Lazzaris Borge         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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