NOTÍCIAS

bakirkoy masaj evde masaj istanbul masaj masaj xnxx video ensest hikaye
Selic deve ficar em 7,5% no primeiro semestre


“A taxa básica de juros deve ficar em 7,25% no primeiro semestre. Para o segundo semestre, o Copom deve baixar a taxa para 7,0% se a economia não tiver demostrado sinais de crescimento. Caso a economia tenha se recuperado, pode-se esperar uma Selic constante em 7,25% por todo o ano”, avalia.

Veja as demais projeções do economista para 2013.

- Câmbio: acredita-se que o BACEN vai atuar no mercado para manter o câmbio na faixa de R$ 2 a R$ 2,10 ao longo do ano.

- Inflação: cenário de inflação entre 5,0% e 5,25%.

- PIB: crescimento na faixa de 3,0%.

- Mercado de trabalho: por conta do crescimento do PIB, espera-se mercado de trabalho melhor em 2013.

- Mercado de capitais: Cenário de bolsa de valores em alta, podendo fechar 2013 com 70.000 pontos. Ainda existem papeis no mercado com preço baixo, com potencial de valorização, em especial os de empresas voltadas para o mercado interno, como varejo, construção, alimentos, educação e serviços de saúde.

Selic deve ser mantida, diz professor da FGV

A taxa básica de juros (Selic) não deve sofrer alteração nesta primeira reunião de 2013 do Copom. “O governo será cauteloso neste começo de ano e não irá alterar a Selic nessa reunião. Como a economia não respondeu as sucessivas quedas da taxa no ano passado, o governo terá que encontrar outras medidas para estimular o crescimento no país”, afirma o professor da Escola de Economia da FGV-SP, Samy Dana.

De acordo com Dana, a inflação continua sendo um grande empecilho ao governo. No ano passado, segundo o IBGE a inflação foi de 5,84% próximo ao nível máximo estabelecido do governo de 6%.

“O governo precisa parar de incentivar o crédito desenfreadamente com sucessivas baixas de IPI e aumentar a possibilidade de produção das indústrias, estimulando a ampliação de fábricas e investimentos mais longos”, diz Dana.

Neste começo de ano, o professor indica que o melhor a fazer é pagar à vista impostos como IPVA e IPTU que oferecem descontos. “Por exemplo, um carro cujo preço do IPVA à vista é de R$ 970,00, caso a pessoa for parcelar, as prestações saem por R$ 333,33, com uma taxa de juros embutida à qual o governo financia a dívida. Neste caso, no valor de 3,13% ao mês. Aos que possuem saldo suficiente, vale mais a pena pagar à vista, uma vez que dificilmente uma aplicação financeira de baixo risco resultará em uma taxa maior. A poupança, por exemplo, remunera 0,41% ao mês. Para os que não detêm o montante, uma breve comparação deve ser feita: se os juros embutidos (3,13%) forem maiores que a taxa de juros de sua linha de crédito, faça o empréstimo e pague à vista. Caso contrário, opte pelo pagamento a prazo”, explica Dana.

Para quem pretende investir, Dana recomenda a poupança para prazos menores. “Para aplicações menores que seis meses, a poupança é a melhor opção devido à isenção de IR. Para prazos maiores de seis meses, títulos do tesouro indexados a Selic (LFT) ou ao IPCA (NTN-B) são interessantes. Outra dica é investir em bancos renomados que oferecem mais que 95% do CDI”.




Publicado em: 16/01/2013         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

Voltar

 

beylikduzu escort
porno
porno