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Profissionais do setor financeiro têm demanda recorde nas empresas


Estudo da Ernst & Young aponta que, devido à expertise financeira, profissionais estão sendo requisitados, principalmente pelo momento volátil da economia

A demanda para que CFOs (Chief Financial Officer) atuem mais nos conselhos de administração está passando por uma alta sem precedentes, causada pela pressão da regulação, por dificuldades econômicas e pela expansão das habilidades dos profissionais. Essa é a conclusão do estudo da Ernst & Young CFO and beyond: the possibilities and pathways outside finance.

De acordo com a pesquisa, os CFOs estão interessados em assumir papéis que possam aumentar seu conhecimento sobre a dinâmica dos conselhos, gerar ideias que unam vários setores e garantir a exposição a diferentes culturas corporativas. No entanto, tal interesse é prejudicado por preocupações em relação aos riscos profissionais e à distração de sua função principal. Os CFOs que conseguiram alcançar um equilíbrio aconselham os candidatos à função a escolher com cuidado o papel mais adequado a desempenhar e durante o período de tempo correto.

O estudo se baseia em uma pesquisa global com 800 CFOs, um levantamento sobre a carreira trilhada por um grupo de CFOs de 347 das maiores companhias do mundo (com lucro anual de mais de US$ 5 bilhões) na última década, e uma série de entrevistas com profissionais, especialistas em governança e acadêmicos.

Economia volátil é terreno fértil para a competência dos CFOs

Um total de 79% dos entrevistados dizem que, devido à sua expertise financeira, estão sendo mais solicitados do que nunca para ocupar posições nos conselhos das empresas. O estudo aponta também que 14% dos membros de conselhos das maiores companhias do mundo pesquisadas são CFOs ou ex-CFOs, contra apenas 8% em 2002.

A proporção de cadeiras nos comitês de auditoria ocupadas por CFOs também dobrou na última década (41% em 2012, contra 19% em 2002), em partes como reflexo do aumento na transparência em relação aos balanços financeiros das companhias.

“A pressão regulatória causa uma procura sem precedentes pela experiência dos CFOs nos conselhos. Em um momento em que as companhias enfrentam uma economia volátil e os crescimentos divergentes nos mercados desenvolvidos e de rápido crescimento, as empresas querem uma boa abordagem em relação aos custos, riscos e gerenciamento de capitais – três áreas que estão dentro do foco das habilidades dos CFOs”, afirma Mauro Terepins, vice-presidente de Mercados da Ernst & Young.

A evolução do papel do CFO na última década ampliou de forma significativa a contribuição que os líderes financeiros podem oferecer ao ocupar cargos no conselho. “Embora sejam cruciais, as habilidades financeiras não necessariamente constituem um bom membro. Muitos CFOs de hoje em dia têm as habilidades financeiras, assim como uma combinação única de capacidades analíticas, técnicas e estratégicas. Tal conjunto de habilidades representa uma importante contribuição para o conselho”, acrescenta Terepins.

Experiência para gerar oportunidades no mercado de trabalho

Os principais CFOs entrevistados para o estudo falaram sobre usar sua experiência como membro do conselho para aprimorar sua performance como CFO. Entender a dinâmica de um conselho de administração de uma perspectiva diferente é o principal benefício de servir como membro, de acordo com 75% entrevistados. Cerca de metade dos entrevistados considera a experiência uma oportunidade de ganhar exposição em outra companhia ou indústria, o que os capacita a aprender procedimentos valiosos que podem valer para sua função principal. “Experiência em um setor diferente é vista por muitos CFOs como bastante valiosa, com a oportunidade de ganhar conhecimento e transferir as boas práticas entre diferentes indústrias”, afirma Mauro Terepins.

Recrutadores procuram conhecimento técnico em fusões e aquisições

Outra característica do estudo revela que os CFOs de hoje também assumem cargos de conselho em idade mais jovem do que há uma década. A maioria dos profissionais que assumiu funções não-executivas têm idade entre 40 e 49 anos. “Os CFOs e os líderes financeiros futuros interessados em assumir esses cargos devem começar cedo – a competição e as expectativas crescem a cada dia, por isso é importante planejar a carreira. Eles devem pesquisar e escolher o papel certo, e pelo tempo adequado. Precisam também ter em mente que, na próxima década, as diretorias irão valorizar cada vez mais o conhecimento nos mercados de rápido crescimento, análise e outras tecnologias dinâmicas como as mídias sociais. Por último, os recrutadores procuram agora por conhecimento técnico profundo em áreas como fusões e aquisições e mercado de capitais. Construir uma experiência sólida em um setor particular dará aos candidatos uma boa chance de ser escolhido para posições específicas em diretorias específicas”, conclui Terepins.




Publicado em: 10/01/2013         Fonte: Ernst & Young – Brasil.         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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