NOTÍCIAS

bakirkoy masaj evde masaj istanbul masaj masaj xnxx video ensest hikaye
Manobras do governo para fechar contas preocupam economistas


As operações que o governo fez para fechar as contas de 2012 preocupam os economistas. O risco é comprometer a credibilidade do país.

Arrecadação em baixa e gastos em alta - para fazer essa gangorra ficar equilibrada em 2012, o governo usou  manobras contábeis. Primeiro para dar a impressão que os gastos foram menores. Segundo um economista do Ipea a maquiagem foi de R$ 100 bilhões.

A maior parte, R$ 70 bilhões, foi usada como empréstimos para bancos públicos. O dinheiro saiu dos cofres do tesouro e não foi contabilizado como despesa, mas parte volta entrando como dinheiro novo.

Para os especialistas, isto se chama contabilidade criativa.

“Isso é como se fosse uma família que se endivida no cartão de crédito para colocar na poupança”, explicou Mansueto Almeida, economista do Ipea.

Outro caminho foi para cumprir o superávit primário, a economia que o governo faz para pagar os juros da dívida.

A meta era economizar R$ 140 bilhões, mas quando o ano terminou, ainda faltavam R$ 20 bilhões. Para fechar a conta, o governo transferiu para o Tesouro dinheiro da Caixa Econômica Federal, do Bndes e do fundo soberano.

Para viabilizar a manobra, a Caixa teve que comprar ações de um frigorífico e de uma empresa de autopeças. Essas empresas já tinham ações do Bndes, que assim, voltaram para o governo

E as obras do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento – R$ 25 bilhões - não entraram na conta das despesas.

“Foi um truque em que várias entidades, empresas, acabaram participando apenas pra passar essa ilusão de que o governo cumpriu o superávit”, disse Gil Castelo Branco, secretário-geral de Contas Abertas.

Não é a primeira vez que o governo usa esse tipo de manobra para fechar as contas. Em 2009, vendeu para o Bndes a parte dos lucros da Eletrobrás a que tinha direito. E em 2010, coloco o fundo soberano e o Bndes na capitalização da Petrobrás.

Os analistas dizem que há o risco de o Brasil perder credibilidade em relação à capacidade de gerenciar as contas. Nesta segunda, o ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, defendeu os ajustes na contabilidade e disse que tudo esta previsto em lei.

“Não acho que compromete a credibilidade, porque as operações que foram feitas estavam previstas na lei orçamentária, elas são autorizadas pela legislação vigente e elas utilizaram um espaço que o governo tem para cumprir a sua meta em anos atípicos”, afirmou Nelson Barbosa.




Publicado em: 08/01/2013         Fonte: Globo         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

Voltar

 

bursa escort
porno
porno
bodrum bayan escort