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PMEs brasileiras defendem desconcentração do mercado de auditoria


A grande maioria dos pequenos e médios empresários brasileiros (87%) acredita que é preciso ter maior diversidade no mercado de auditoria, percentual acima da média global de 68,5%, segundo dados do terceiro trimestre do International Business Report (IBR) 2012 da Grant Thornton International. A pesquisa foi realizada com três mil empresas públicas e privadas.

“O aquecimento da economia no País tem aberto muitas oportunidades para o crescimento das PMEs, tanto com fusões e aquisições, fundos de private equity e até mesmo investimentos diretos. Mas, para concretizarem seus planos, essas empresas precisam estar com os números em dia, melhorar suas práticas de governança corporativa, entre outros quesitos. E eles precisam saber que existem empresas especializadas no atendimento dessas demandas”, diz Paulo Sérgio Dortas, Managing Partner da Grant Thornton Brasil.

Dortas comenta que, como o mercado de auditoria é concentrado entre grandes empresas, o médio empresário reluta em procurar serviços especializados, pois imagina que são inacessíveis ou que essas empresas falam uma linguagem muito distante da deles. Outros países que também defendem a menor concentração no mercado de auditoria são: Chile (94%), Malásia (92%), Peru (90%), Índia (89%), Cingapura e Vietnã (Ambos com 88%) e Taiwan (87%).

“Acredito que o grande desafio para os empreendedores, aliado à sensação de que a auditoria é um serviço caro, é entender como este tipo de serviço pode ajudá-lo no seu processo de crescimento. Poucos percebem que o fato de ter seus números confirmados por um terceiro e conhecer antecipadamente suas fraquezas, o que pode inclusive passar pelo levantamento das contingências, pode ser um diferencial em uma operação estratégica de atração de investidores”.

A experiência tem demonstrado que os seguintes benefícios se destacam como decorrência deste processo: agilidade e aderência às exigências de entidades de fomento e mercado de capitais, maior agilidade em transações de aquisição, compra e venda e incremento na credibilidade dos números frente a acionistas, bancos, clientes e fornecedores.

No Brasil, 81% das PMEs consultadas não conhecem as propostas que vêm sendo discutidas para reformular o mercado de auditoria. No ano passado, a Comissão Europeia sugeriu reduzir a concentração do mercado de auditoria e, ao mesmo tempo, aumentar a independência das firmas. Para atingir essas metas, a entidade propôs medidas como o rodízio obrigatório, realização de concurso público e restrição às firmas de realizarem serviços não ligados à auditoria.

“Esse resultado mostra que o universo de auditoria ainda não faz parte do dia a dia do pequeno e médio empresário. Essa realidade tende a mudar rapidamente”, afirma Dortas. Ainda assim, a pesquisa mostrou que 60% apoiam o rodízio obrigatório das firmas a cada 10-12 anos, para evitar o risco de ‘muita familiaridade’ entre auditor e a companhia auditada.




Publicado em: 21/12/2012         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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