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PIB deve fechar o ano abaixo de 1,0%, diz professor da FGV


O Produto Interno Bruto (PIB) registrou aumento de 0,6% no terceiro trimestre de 2012 em relação ao segundo trimestre do ano, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (30).

De acordo com o professor e coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada da Escola de Economia da FGV-SP, Emerson Marçal, esse resultado tímido pode ser explicado pela falta de investimentos privados. “Os investimentos privados não cresceram neste ano, a crise internacional mas também questões domésticas, são as possíveis razões para essa falta de crescimento. Por outro lado, a indústria começou a reagir, provavelmente, por conta dos incentivos governamentais em alguns setores e pela desvalorização do câmbio dólar nos últimos meses”.

Para Marçal o PIB deve fechar o ano abaixo de 1%, um crescimento muito pequeno quando comparado aos países emergentes. “O governo precisa retomar uma agenda de mudanças a longo prazo para tentar alavancar um crescimento mais forte, tais como: aumentar o investimento público, parcerias com o setor privado, investir em infraestrutura, melhorar o ambiente de negócios, racionalizar o sistema tributário, entre outras”, destaca Marçal.

Crescimento do PIB divulgado pelo IBGE

“O que preocupa mais que os dados divulgados, é a queda de 5,6% da Formação Bruta de Capital no terceiro trimestre deste ano, em relação a igual período de 2011, porque revela que os investimentos continuam muito fracos, o que compromete as taxas futuras de crescimento da economia.” Disse Amato.

O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (FACESP) afirmou que os resultados divulgados pelo IBGE sobre a expansão do PIB no terceiro trimestre foram decepcionantes, ficando bem abaixo das expectativas do mercado e dos analistas econômicos.

O consumo, tanto das famílias como do governo, é que continua a puxar o crescimento, pois tanto os investimentos como a produção industrial continuam com resultados negativos. Amato destaca que a estratégia de crescimento via consumo pode ser válida no curto prazo, mas não é sustentável em um período mais longo de tempo, por seu impacto negativo sobre as contas externas.

O presidente da ACSP e da FACESP destacou que a análise dos dados da taxa acumulada do terceiro trimestre do ano, contra igual período do ano anterior, de crescimento de 0,9% do PIB, revela que o Valor Adicionado cresceu apenas 0,8%, enquanto os impostos sobre os produtos aumentaram 1,2% em um comportamento que tem se repetido nos últimos anos, de incremento maior da tributação do que da produção de bens e serviços. Esse comportamento é confirmado pela divulgação de levantamento da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, que mostra que a Carga Tributária passou de 32,47% do PIB em 2002, para 35,31% do Produto Interno Bruto em 2011, com um aumento de 2,84 pontos percentuais sobre o total de bens e serviços produzidos pela sociedade.

Embora alguns indicadores mostrem alguma expansão da atividade a partir de outubro, é preciso, afirmou Amato, medidas urgentes para destravar os projetos públicos programados e as concessões para a iniciativa privada, para que a taxa de crescimento esperada para 2013 possa se concretizar, e que se aproveite o ano próximo para um amplo esforço de desburocratização e de racionalização da tributação para que as empresas possam voltar a investir no aumento da produção para a atender a expansão do mercado interno




Publicado em: 03/12/2012         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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