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PIB fraco pode levar governo a cortar Selic e impostos em 2013


SÃO PAULO - Economistas de bancos internacionais nos EUA e Europa ouvidos pela Agência Estado acreditam que o ligeiro declínio da curva de juros futuros no Brasil verificada há pouco mais de um mês está relacionada ao temor de que o quarto trimestre deste ano apresente um resultado mais fraco do que o que apurado de julho a setembro. Para estes especialistas, há uma avaliação geral de que caso o PIB fique mais fraco no final do ano, consequentemente, o crescimento do País em 2013 fique mais perto de 3% do que os 4% esperados pelo governo, o Poder Executivo vai agir no próximo ano para reerguer o nível de atividade, especialmente com mais cortes de impostos ou redução dos juros. Para o diretor de pesquisas para a América Latina da Goldman Sachs, Alberto Ramos, o BC poderá até baixar a Selic entre 0,5 e 1 ponto porcentual no primeiro semestre, sobretudo se a situação da economia mundial se deteriorar ainda mais nos próximos trimestres.

A taxa de juros para janeiro de 2014, que na prática indica como os investidores esperam que seja a trajetória da política monetária em 2013, apresenta um leve declínio desde 5 de outubro, quando estava em 7,39% e hoje atingiu 7,33%. Aquela data é emblemática, porque foi o dia seguinte ao importante comentário do diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, Luiz Awazu Pereira da Silva, segundo o qual há uma suspeita que o mundo possa estar em pleno processo crônico de crescimento muito baixo, como ocorreu com o Japão nos anos 1990, depois do estouro da bolha imobiliária.

"De certa forma, o mercado comprou a tese do diretor Awazu Pereira de que a economia global tende a apresentar um resultado ruim no longo prazo, e isso trará influências desinflacionárias importantes para o Brasil", disse o diretor de pesquisas para a América Latina da Nomura Securities, Tony Volpon. "Caso o PIB do Brasil comece a fraquejar novamente no fim do ano e indique que ficará mais perto de 3% do que 4% em 2013, acredito que o Poder Executivo vai usar mais desonerações tributárias para estimular o consumo", apontou.

"O governo percebeu que o superávit primário mais baixo, entre 2,0 e 2,5% do PIB, estabiliza o tamanho da dívida pública bruta e líquida em relação ao PIB. E numa situação mais grave de recuperação do País, essa proporção pode diminuir e ficar entre 1,5% e 2% do PIB", comentou Volpon. E isto ocorreria, entre outros fatores, porque os gastos da dívida pública baixaram com a redução da Selic de 5,25 pontos porcentuais desde agosto de 2011.

4º trimestre

De acordo com o co-diretor para a América Latina do Barclays Capital, Marcelo Salomon, o mercado está avaliando que muito provavelmente o PIB entre outubro e dezembro deste ano deve exibir um desempenho mais fraco do que o registrado no terceiro trimestre, na margem. Ele projeta, por exemplo, uma expansão ao redor de 1,5% de julho a setembro ante os três meses imediatamente anteriores, uma alta motivada pelos incentivos fiscais concedidos pelo governo para reerguer a demanda agregada, que ficou estagnada no primeiro semestre deste ano. Para o último trimestre de 2012, a estimativa de Salomon é de uma alta de cerca de 1% em relação ao terceiro trimestre. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará o PIB do terceiro trimestre no próximo dia 30. O resultado do 4º trimestre será conhecido no dia 1º de março de 2013.

"Mas caso o nível de atividade não reaja e apresente uma expansão menor no quarto trimestre, mais próxima de 0,5%, poderá surgir um intenso debate no qual será abordado se o BC voltará a reduzir os juros em 2013", comentou. Ele ressalta que no seu cenário principal, a Selic ficará estável em 7,25% até dezembro do próximo ano, avaliação similar à feita pelo economista do banco espanhol BBVA em Madri, Enestor dos Santos.

Santos avalia, no entanto, que não será tão difícil o PIB avançar 4% em 2013, pois caso o Brasil cresça 1,4% no terceiro trimestre e metade disso, 0,7%, de outubro a dezembro, isso dará uma herança estatística de crescimento para o País entre 1,5 e 2 pontos porcentuais para o próximo ano. Ou seja, o Brasil precisaria avançar apenas 2% no ano que vem para atingir o patamar previsto pelo governo para o próximo ano. "É mais provável que o BC espere a maturação das reduções de juros já concedidas em pouco mais de um ano, bem como a redução dos tributos em vários setores produtivos, como o de energia, carros e linha branca, para ver o ritmo da retomada da economia nos próximos quatro trimestres", destacou.

Mas o espectro de uma desaceleração do PIB nacional no final no último trimestre deste ano requer atenção dos economistas e investidores. Um dos fatores que chama a atenção é que a economia em 2012 só crescerá ao redor de 1,6% em 2012, como prevê o BC, mesmo com os fortes gastos do governo e da redução da Selic. Além disso, há um elemento que causa sérias dúvidas e que deve mexer com a dinâmica da demanda agregada no curto e médio prazos: a recuperação dos investimentos. A Formação Bruta de Capital Fixo como proporção do PIB atingiu 19,3% em 2011, mas chegou a 17,9% no segundo trimestre deste ano e deve atingir 17,4% ao final deste ano, pondera Silvio Campos Neto, economista da Tendências. De acordo com a consultoria, a FBCF deve cair 2,5% neste ano e subir 5% em 2013.

Investimentos

Para os especialistas internacionais, um dos fatores que coloca grandes pontos de interrogação sobre a recuperação dos investimentos no País é o medo dos empresários com o agravamento da crise internacional no ano que vem. "Isso é um elemento muito sério, que pode explicar porque há o paradoxo de que a inflação no Brasil deve fechar 2012 e 2013 acima da meta de 4,5%, mas mesmo assim a curva de juros futuro apresenta estabilidade e não está muito distante da atual marca de 7,25% da Selic", ponderou Enestor dos Santos. Ele acredita que o IPCA fechará esta ano com alta de 5,4% e atingirá 5,3% no ano que vem.

Na avaliação de Alberto Ramos, a evolução bem comportada da curva de juros futura para 2014 no último mês está relacionada também com a percepção de investidores globais de que o Banco Central no Brasil agora tem quatro metas simultâneas: crescimento do PIB; inflação ao redor de 5% e 5,5% ao ano, Selic baixa e câmbio menos apreciado. "Como há uma impressão de que o BC fará tudo para evitar subir os juros em 2013, há uma avaliação do mercado de que o governo vai lançar outras medidas para evitar que o IPCA não fuja do esperado pelo Poder Executivo. Entre essas ações estão a redução de impostos de energia, a adoção de medidas macroprudenciais para reduzir a velocidade do crédito e até eventualmente fazer com o que o câmbio retome um patamar um pouco mais apreciado, ao redor de R$ 1,95", apontou o diretor da Goldman Sachs.




Publicado em: 09/11/2012         Fonte: MSN         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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