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Entenda o que é o "abismo fiscal" americano


Economia americana está sob a ameaça de um vasto enxugamento de dinheiro público, previsto para o ano que vem. Trata-se do chamado "abismo fiscal", um risco que a Casa Branca e o Congresso dos EUA devem evitar através de duras negociações pelas próximas semanas.

Há uma série de "alívios fiscais", na forma de impostos e tributos menores, que devem ser extintos no final deste ano. Também há vários cortes novos de gastos públicos federais programados para acontecer a partir do início do ano que vem.

A combinação desses mecanismos fiscais e orçamentários, engatilhados para 2013, podem afetar severamente a economia dos EUA. Especialistas antecipam uma nova recessão caso não sejam evitados, uma perspectiva sombria em um país que escapou da última há cerca de três anos.

Parte dos alívios fiscais, a exemplo da redução de alguns tributos sobre a renda, remonta ao início do governo George W. Bush, em 2001.

Sob Bush, as alíquotas sobre a renda foram amenizadas para uma faixa de 10% a 35%. Em 2010, republicanos e democratas concordaram em estender esses alívios por mais dois anos.

Sem um acordo, a mordida do governo sobre a renda dos americanos volta a oscilar na faixa de 15% a 39,6% a partir do ano que vem. O presidente Barack Obama quer permitir o aumento dessas alíquotas, mas somente para a faixa mais rica da população, mas enfrenta a oposição dos republicanos.

Há também outras medidas de estímulo adotadas mais recentemente, e que ganharam sobrevida com a crise de 2008.

Por exemplo, o tributo cobrado sobre as folhas de pagamento para financiar alguns benefícios do sistema de seguridade social. Para estimular o consumo, a taxa paga por 160 milhões de trabalhadores foi rebaixada de 6,2% para 4,2% sobre os salários.

Esse alívio, que foi estendido no início deste ano, expira no dia 31 de dezembro. Inicialmente, havia um consenso bipartidário para deixar essa redução expirar, mas recentemente democratas voltaram a falar em ampliar o prazo desse benefício.

ORÇAMENTO

O brutal corte de gastos públicos que pode entrar em vigor no ano que vem remonta ao imbróglio entre o Executivo americano e o Congresso em 2011.

Para enfrentar a crise econômica, o governo federal injetou bilhões de dólares no país nos últimos anos. Esses gastos a mais forçaram os limites da dívida pública nacional, previstos em lei.

Como parte de um acordo para elevar o "teto" permitido dessa dívida, a Casa Branca e o Congresso estabeleceram um corte trilionário (e automático) em vários programas federais pelos próximos dez anos.

Esse choque orçamentário poderia ser evitado se democratas e republicanos chegassem a um acordo posterior para reduzir o deficit público (a diferença entre receitas e despesas do Estado).

Esse acordo não aconteceu, e agora, os parlamentares temem que esse "sequestro" de verbas públicas afete seriamente a economia.

O rombo das contas públicas foi um dos temas mais delicados da campanha presidencial americana. Vários especialistas concordam que um descontrole das finanças do Estado pode levar à inflação e prejudicar o crescimento econômico.




Publicado em: 09/11/2012         Fonte: Jornal Floripa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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