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Contratei um funcionário. E agora?


Por: Sergio Diniz

Ao proceder a admissão de um novo funcionário, o empresário deveria expor ao recém-contratado o que a empresa espera dele. Pode parecer óbvia a frase, mas não é.

O colaborador é informado sobre o seu cargo, o salário que ganhará, qual o horário a ser cumprido, que benefícios a empresa oferece, às vezes até recebe um manual sobre as normas, sobre quais são os seus deveres e muito mais...Até aí, parece que tudo também é óbvio. Mas não é.

E posso explicar.

Aquelas informações são o mínimo que o novato deve receber da empresa. Mínimo mesmo. Se isso é o mínimo, o que há de ser o máximo. O máximo seria manifestar que esperam a sua identificação aos propósitos e objetivos da empresa, com comprometimento e dedicação. O máximo seria manifestar que esperam que tenha iniciativa, assumindo as responsabilidades inerentes a sua função, sendo solícito aos seus companheiros.

Seria dizer que esperam uma atuação com pró-atividade, contribuindo efetivamente para o bom andamento das tarefas a ele confiadas. Seria dizer que esperam uma perfeita e harmoniosa integração aos demais colaboradores, formando uma equipe coesa.

Que juntamente com a equipe, possa alcançar os maiores e melhores índices de produtividade.

Que esteja sempre motivado, envolvido e disposto a colaborar.

Que seja produtivo e eficiente.

Que seja disciplinado e um eterno aprendiz.

Que seja criativo, agregando novas idéias, trazendo soluções e não problemas.

Que tenha a capacidade de adaptar-se as constantes exigências do trabalho.

Que tenha a capacidade de gerar resultados satisfatórios, contribuindo assim para maximizar os lucros e minimizar os gastos.

Nossa!!! Quanta coisa deveria ser dita ao iniciante.

Entretanto, o empresário não faz. O empresário perdeu a oportunidade de estabelecer, de maneira clara, cristalina, límpida, o que ele pretende com a contratação. E, se não deu esse "clique", ele provavelmente perdeu a melhor ocasião. Cometeu assim, um grave deslize.

Pois bem: o namoro já começou mal. E nessa toada, o casamento pode não dar certo. Um dos nubentes, não sabe exatamente o que o outro espera dele. E assim, o relacionamento entre o empresário e o novo funcionário, pode não ter futuro.

E como "a corda sempre arrebenta do lado mais fraco", será que é difícil adivinhar qual é o final dessa história. Acho que não. No fim, o calouro é que "vai pagar o pato". Ele vai perder o seu novo emprego. Eu pergunto: será que foi ele que transgrediu? É evidente que não. Ele é a vítima.

E o empresário, que será capaz de reclamar mais uma vez que não acertou na contratação, vai acabar reincidente no erro. E agora?




Publicado em: 01/11/2012         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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