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FecomercioSP apresenta propostas para desonerar empresas e elevar o capital de giro


No primeiro trimestre deste ano, o País passou por um período de queda do nível de investimentos no Produto Interno Bruto (PIB). A retração trouxe grande preocupação aos condutores da política econômica e resultou em medidas para corrigir o problema. No entanto, essas iniciativas não têm sido tão eficientes quanto poderiam. A fim de apresentar propostas para solucionar esse entrave, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) promoveu nesta manhã (25) o seminário Desoneração e Novos Modelos de Investimento. No encontro também foi disponibilizado o estudo inédito "A necessidade de estimular o nível de investimentos". Acesse aqui o estudo na íntegra.

"A ideia desse trabalho é apresentar uma proposta para estimular o nível de investimentos do setor privado", explica o conselheiro da FecomercioSP, Antonio Lanzana. "Temos percebido ao longo dos últimos anos, ainda mais neste primeiro trimestre, uma queda do nível de investimento simultânea ao aumento do nível de consumo", acrescenta. Segundo Lanzana, não há como sustentar o crescimento contínuo do consumo sem recuperar o nível de investimento. Inclusive, ele chama a atenção para o atual momento econômico, que é propício para mudanças que podem alavancar a economia. "A redução da taxa de juros, hoje em 7,25%, abre espaço para mais investimentos. Esse impacto deve gerar algo em torno de R$ 37 bilhões a menos de impostos para serem pagos", afirma Lanzana.

Na opinião do assessor técnico da FecomercioSP, Fabio Pina, as "medidas que funcionam são aquelas que "obrigam" as empresas a gastar com capital, o que não é o caso das ações atuais", afirma. O ponto de vista é compartilhado pelo economista e ex-ministro da Fazenda, Antônio Delfim Netto, "se o trabalhador tem certeza que vai continuar empregado, ele continua aumentando o consumo. A lógica é a mesma para o sistema financeiro", diz.

De acordo com Delfim Netto, a retração da Selic de 12%, em agosto de 2011, para 7,25%, hoje, reduz em R$ 37 bilhões os gastos da União com o pagamento de juros. Isso, somado a proposta da FecomercioSP em alongar os prazos de recolhimento de IPI, PIS, Cofins e ICMS em dez dias ao longo de seis meses, traria maior volume de capital de giro de forma imediata. "A proposta mexe com as ambições do empresário, porque com mais dinheiro em caixa ele compra máquinas e contrata mais pessoas", afirma. "Isso é injeção na veia e o efeito na economia é instantâneo."

Sobre a FecomercioSP - A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Responsável por administrar, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes e congrega 154 sindicatos patronais que respondem por 11% do PIB paulista - cerca de 4% do PIB brasileiro - gerando em torno de cinco milhões de empregos.




Publicado em: 29/10/2012         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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