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Estrangeiros estão em metade das fusões e aquisições no país


O Brasil ainda continua na lista de prioridades de investidores estrangeiros. Prova disso é o aumento na participação de investidores internacionais em processos de fusões e aquisições no país. Segundo dados divulgados pela Price Waterhouse Coopers (PwC), em 2012, os estrangeiros estiveram presentes em 46% das operações de fusões e aquisições. Ante 2011, uma alta de 5,5 pontos percentuais.

Um recorde que evidencia o potencial nacional ante uma crise financeira que continua a ameaçar investimentos na Europa e nos Estados Unidos. Os dados também reforçam a expectativa do país em receber US$ 60 bilhões em investimentos estrangeiros diretos.

Segundo Alexandre Pierantoni, sócio da PwC para a área, um outro número evidencia ainda mais a demanda internacional por ativos em terras brasileiras. De todas os processos envolvendo estrangeiros, os investimentos de private equity já representam 40%. “O investidor está com perspectivas muito mais favoráveis, com um risco menor que lá fora.”

Para Pierantoni, toda a cadeia de consumo no país está mais atrativa. Entre os setores que dominaram os processos de fusões e aquisições estão o de tecnologia, varejo, educação, saúde, cosméticos e serviços financeiros. Todos possuem participação semelhante, desde os 13% para a área de tecnologia até os 10% de serviços financeiros.

Entre os fatores de atração de investimentos estão, principalmente, a nova classe média, os eventos esportivos e o pré-sal, diz Luiz Afonso Lima, diretor da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais (Sobeet). “Como não existem mais mercados virgens, o modelo de fusões e aquisições tem prevalecido em todo o mundo. E aqui não é diferente. A concorrência em todas as áreas é fortíssima”, destaca Lima.

Rodrigo Del Claro, diretor comercial e de marketing da Crivo TransUnion, diz que o “novo” mercado de crédito brasileiro foi preponderante para a aquisição da Crivo, que era brasileira, pela gigante americana. “Quando se fala em América Latina, se fala em Brasil. A TransUnion possui uma estratégia muito agressiva para o país.”

Ele destaca que, com o início dos operações da TransUnion em 2013, o Brasil será, ao lado dos Estados Unidos, um dos únicos países a ter a concorrência das três maiores agências de análise de crédito: Experian, em parceria com a Serasa, a Equifax, com a Boa Vista, e a TransUnion, com a Crivo. “O crescimento alavancado do consumo e da renda foi o que atraiu”, conta Del Claro.

Por outro lado, ainda existem fatores que desestimulam investimentos estrangeiros ainda maiores. O já conhecido Custo Brasil, que tem atrapalhado a competitividade de empresas nacionais, causam temor e, em alguns casos, chegam a afastar os investidores.

De acordo com Miguel Granado, superintendente do banco português Caixa Geral de Depósitos, a carga tributária e as relações trabalhistas são os que mais geram medo nos estrangeiros. “Quem não conhece por dentro como funciona o Brasil, se assusta. Eles entendem como complexo os tributos e setores de mão de obra intensiva veem um risco em empregar.”

 




Publicado em: 24/10/2012         Fonte: IG         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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