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Alíquota máxima de IR do Brasil é uma das poucas que não subiu nos últimos anos, diz estudo


Por Gladys Ferraz Magalhães

SÃO PAULO - A alíquota máxima do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) do Brasil é uma das poucas que não subiu nos últimos anos. A conclusão é de pesquisa realizada pela KPMG International, intitulada “Pesquisa de Imposto de Renda Pessoa Física e Contribuição Previdenciária”.

De acordo com o estudo, a alíquota máxima brasileira de IRPF segue constante desde o início da pesquisa, em 2004, no patamar dos 27,5%. Contudo, alerta a sócia da área de tributos da KPMG no Brasil, Patrícia Quintas, a notícia não é para comemorações, já que o brasileiro tem seu orçamento impactado por outros tributos.

“Vale lembrar que a incidência de impostos indiretos que pesam sobre a renda dos contribuintes acaba tendo um importante peso sobre a carga de tributos que impacta os brasileiros”, diz Patrícia.

Mundo

O levantamento da KPMG International analisou a média das alíquotas máximas de imposto de renda pessoa física em 114 países e constatou que houve um avanço de 0,3 ponto percentual na análise geral, com a média das alíquotas passando de 28,6% para 28,9% este ano.

O acréscimo, diz o estudo, é resultado das limitações na recuperação econômica e de uma maior preocupação com as dívidas. Fato que fez com que muitas economias alterassem suas alíquotas máximas, como ocorreu com a França e a Espanha, cujos percentuais passaram de 41% para 45% e de 45% para 52% em um ano, respectivamente.

“Muitas economias consideraram necessário aumentar a alíquota mais elevada de imposto de renda pessoa física adotando uma dentre as seguintes abordagens: criação de novas faixas de alíquotas de imposto de renda para contribuintes de altíssima renda; ou  introdução de tributos temporários, que lidam com problemas imediatos de déficit orçamentário”, explica o sócio da prática de International Executive Services da KPMG na Suíça, Brad Maxwell.

Regiões

Considerando os continentes, o estudo mostra que, de modo geral, na Europa, houve poucas mudanças. A Europa Ocidental continua a ter as maiores alíquotas máximas de IRPF no mundo, em média 46,1%.

No Leste Europeu, a média das alíquotas máximas é de 16,7%, enquanto no Norte da Europa, este percentual fica em torno de 36,5%. Já no Sul do continente, à parte as mudanças na Espanha, as alíquotas máximas permaneceram relativamente estáveis, a uma média de 31,7%.

Na Ásia, informa o estudo, a média das alíquotas é de 33,3% no Leste; 30% no Sudeste; 15,6% no Oeste; e 24,8% no Sul. Na África, estes valores ficam em 30,6% no Leste; 32,7% no Sudeste; 31,5% no Norte; 40% no Oeste; e 17% na África Central.

Austrália e Nova Zelândia apresentaram média de 39%.

Américas

Nas Américas, no geral, as alíquotas máximas permaneceram relativamente inalteradas ao longo do ano.

No Norte do continente, a média ficou em 27,7%; na região do Caribe, em 29,4%; e na América Central, em 25,2%. A América do Sul, obteve a maior média do continente, com alíquotas máximas em torno de 32,4%.




Publicado em: 16/10/2012         Fonte: Infomoney         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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