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Microempresas pedem atenção


Incentivos contra a crise às indústrias gigantes e debates sobre os novos polos econômicos de Pernambuco fazem parecer que a grande força da economia são as megaempresas. É verdade que elas são muito importantes. Mas os micro e pequenos negócios é que respondem pela maior parte dos empregos no Brasil. Os nanicos da economia pedem mais atenção. Reclamam que não são alcançados pelos benefícios públicos ao setor privado, como capacitação de trabalhadores.

Nos últimos anos, mudanças na legislação federal trouxeram avanços, como a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, o Empreendedor Individual e o Simples Nacional. Sair da informalidade ficou mais barato e fácil. Contudo, falta sintonia com as Fazendas Estaduais da Fazenda e até com bancos públicos.

Um pequeno ou microempresário não é alguém sem outra perspectiva de vida. Sete em cada 10 novas empresas são de pessoas com vocação para negócios e apenas 18% vêm da necessidade, diz a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2011, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP).

O Nordeste tem 19% das micro e pequenas empresas brasileiras, empatado com o Sul. O Sudeste lidera com 49%. Em Pernambuco, são 140 mil.

O empresário Leonardo Mendonça, 31 anos, é um exemplo de vocação que supera um ambiente de negócios desfavorável. Em 2006, ele teve a ideia de vender açaí e guaraná do Amazonas. Mas nenhum banco financiou o projeto.

Leonardo vendeu “uma moto e um carro velhos” e conseguiu quase R$ 7 mil. Abriu uma barraquinha perto do Colégio Nossa Senhora de Lourdes, na Rua Antenor Navarro, Aflitos. “Eu vendia 300 quilos de açaí por mês. Agora vendo 4 toneladas”, conta. Leonardo hoje é dono do Ponto do Açaí, com uma loja na Avenida Rosa e Silva, uma nas Graças, próximo à Faculdade Maurício de Nassau, e em obras, na Avenida Conselheiro Aguiar, Boa Viagem.

Até chegar à expansão atual, Leonardo suou muito. Atendeu diretamente os clientes e fez até entrega de moto. Nos bancos, o crédito só começou a aparecer em 2010, quando o negócio, que já ocupava uma pequena sala, se mudou para um imóvel na Rosa e Silva. As vendas dispararam e os bancos passaram a ser generosos. Naquela época era um funcionário. Hoje são 34.

“A loja da Rosa e Silva já passou por quatro reformas. Na última, investimos R$ 150 mil”, conta o empresário. “O investimento na loja nova em Boa Viagem é de R$ 500 mil. Nunca pensei que ia conseguir fazer algo assim”, diz Leonardo.

Ele não fez curso de gestão ou pesquisas. Mas com o crescimento, buscou consultoria para o cardápio. “Acrescentamos crepe, sanduíches leves e smoothie (frutas batidas com sorvete). Eu não conhecia nada disso. Mas fui atrás. O importante é dedicação e qualidade para o cliente. E se arriscar com cuidado, acreditar no que faz”, receita Leonardo.




Publicado em: 15/10/2012         Fonte: Jornal do Comércio         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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