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O Contador pode ser um Empreendedor?


Considera-se empreendedor aquele indivíduo que inova, lidera, é criativo, proativo, corre riscos calculados e que tenha muito mais competências e habilidades que possam levá-lo a alcançar os objetivos, sejam eles individuais ou organizacionais.

O empreendedor deve estar preparado, ter ideias criativas, saber planejar e principalmente ter uma mínima noção de contabilidade. Isso mesmo, a prática contábil é importante não apenas para o contador, mas também para quem tem negócio. Até por que além de necessitar de capital, trabalho e talento o empreendedor deve saber se seu negócio está apresentando boa rentabilidade e lucratividade, está apenas mantendo um equilíbrio das contas ou se realmente está entrando em processo falimentar.

A contabilidade é uma ciência forte e está passando por muitas transformações, principalmente por conta da era digital. A nota fiscal eletrônica é uma prova disso e se você desconhece essas mudanças acredito que está ficando para trás e deixando de ganhar dinheiro. A era da internet trouxe algo bom para os profissionais da área contábil, pois trouxe mais informação. Essa fonte de informação, a internet é indispensável para que o empreendimento não seja estabelecido apenas de forma física, mas virtual. Empresas estão cada vez mais optando por se tornarem virtuais. O mundo eletrônico nos ajuda a efetuar registros contábeis mais automatizados e com isso fornecer informações sobre custos, ponto de equilíbrio, capital de giro, encargos, tributos e até o chamado balanço social.

O contabilista não deve ser apenas aquele indivíduo que efetua registros, analisa-os e fornece informações aos acionistas das empresas, mas deve ser aquele profissional com o mínimo de inteligência emocional, aquele que sabe atender bem seus clientes. Afirmo que o contato pessoal, a qualidade de atendimento e as respostas acertadas não devem ser desconsideradas, afinal de contas não é só o administrador que deve ter uma visão estratégica do negócio, mas também o contador.

Gifford Pinchot III cunhou o termo intraempreendedor para mostrar que existem empreendedores de dentro da empresa. Aqueles colaboradores que se sentem donos do negócio, sabem que têm responsabilidades e são extremamente preocupados com os lucros da empresa. O contador pode ser exemplo de intraempreendedor.

Para se ter uma ideia, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), a prestação de serviços de contabilidade tem aumentado bastante e é a mais procurada entre donos de negócio e empreendedores. Considerado o segundo mais importante, perdendo para os conhecedores do mercado.

Sabe-se que pelas pesquisa recentes do SEBRAE quase metade das empresas fecham suas portas em até dois anos. As razões vão desde a falta de capital de giro, fidelidade de clientes, ou seja clientes que compram cada vez mais e de problemas financeiros.

O profissional da contabilidade pode ser considerado um intraempreendedor quando ajuda na organização da empresa, na estruturação contábil incluindo as atividades digitais e da internet, além de realizar o planejamento fiscal e financeiro. O Contador deve ter competência e habilidade para medir o retorno do capital investido pela empresa.

O contabilista não deixa de ser um empreendedor quando se sabe que é ele quem participa constantemente do desenvolvimento da empresa desde sua constituição, pois acompanha o empreendimento na sua formação inicial: no registro na Junta Comercial ou no cartório civil, além de providenciar a regularização nos órgãos competentes envolvidos, como por exemplo a Prefeitura, a Receita Federal, e o INSS.

O contabilista capacitado se preocupa em analisar a viabilidade da empresa no mercado. O negócio só irá bem se contar com a ajuda de serviços ou atividades contábeis, afinal de contas há encargos e obrigações legais, contábeis e fiscais a que o empreendimento estará sujeito.

Os serviços contábeis devem ser requisitados para qualquer negócio, pois muitos donos de negócio se atropelam por não projetar os resultados da empresa a partir de metas e objetivos, nem sequer fazem uma previsão atualizada considerando as ameaças do mercado. Alguns desses sócios desprezam dados e avaliações que no final serão importantes para o negócio e que devem ser mostrados pelos contadores.

O contador se transforma num empreendedor, pois em muito casos vai correr um risco maior em dar uma assessoria trabalhista segura, cito as situações de registro na carteira de trabalho dos colaboradores, além dos recolhimentos de FGTS e INSS.

É o contabilista que melhor pode detalhar questões de retirada de lucro e de pró-labore, assim é ele que vai nortear, dar recomendações importantes para evitar conflitos societários. Além disso, o contabilista pode realizar um planejamento de contas, fazer previsão dos custos, encargos financeiros e tributários.

Como podemos observar pelo que já tratei acima, o trabalho do contador é especial, mas para isso ele deve estar comprometido com o seu trabalho, deve valorizar a sua profissão e ainda mais estar constantemente se cobrando pela procura de informações. Afinal de contas, sem leitura, pesquisa e estudo fica mais difícil ser um empreendedor




Publicado em: 28/09/2012         Fonte: Portal Administradores         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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